terça-feira, 22 de junho de 2010

Produtos sem glúten da Sabor Vital disponíveis em nossa loja

Biscoitos
Mimosos
Ingredientes: farinha de milho, açúcar, margarina, ovos, goiabada, fermento químico e raspas de limão.
Pão de mel
Ingredientes: farinha de arroz, chocolate ao leite, mel orgânico, fécula de batata, chocolate meio amargo, açúcar, fécula de mandioca, margarina, ovos, cravo em pó, canela em p
ó, sal amoníaco e fermento químico.

Rosquinhas
Ingredientes: Fécula de mandioca, açúcar, margarina e ovos.
Sequilhos
Ingredientes: fécula de mandioca, açúcar, ovos e leite de coco.
Experimente outra opção de sabor: sequilho de chocolate


Pães

Pão de forma
Farinha de arroz, fécula de mandioca, ovos, vinagre, óleo de arroz, espessante: goma guar e carboximetilcelulose, açúcar mascavo, fermento biológico e sal marinho.
Pão de linho
Fécula de mandioca, farinha de arroz, ovos, linhaça, vinagre, óleo de arroz, espessante: goma guar e carboximetilcelulose, açúcar mascavo, fermento biológico e sal marinho.

Granola
Ingredientes: flocos de milho, açúcar mascavo, mel orgânico, passas pretas, coco seco, maçã seca, gergelim, castanha-do-Pará, linhaça e óleo de arroz.

Estudo sobre a flora bacteriana intestinal oferece novas possibilidades no entendimento e tratamento da doença celíaca

Um novo estudo publicado há menos de um mês no Journal of Leukocyte Biology sugere que a composição e balanço da flora bacteriana intestinal podem influenciar as reações imunológicas e inflamatórias observadas em pacientes celíacos. Se confirmada, a descoberta poderá trazer novas possibilidades no tratamento da doença celíaca.

doenca celiaca

Acredita-se que a doença celíaca – uma reação auto-imune ao glúten em pacientes geneticamente predispostos – afete de 0.5 a 1% da população (no Brasil, seriam portanto quase 2 milhões de pessoas). Quando os portadores desta condição ingerem glúten (uma proteína presente no trigo, cevada, centeio, aveia e malte), uma reação inflamatória no intestino delgado é desencadeada pelo sistema imunológico, a qual danifica as vilosidades intestinais responsáveis pela absorção de nutrientes. Os sintomas da doença são diversos (incluem por exemplo problemas gastrointestinais, anemia, dores de cabeça, fadiga, osteoporose, dentre outros) e o único tratamento é a eliminação permanente do glúten da dieta.

Embora esta seja uma doença de natureza genética, os mecanismos que levam à manifestação da doença em pessoas geneticamente predispostas ainda não são totalmente compreendidos. Algumas pesquisas indicam, por exemplo, que a exposição precoce ao glúten na dieta aumentaria a probabilidade de desenvolvimento da doença. Outras apontam que infecções virais enteropáticas poderiam favorecer a evolução da doença na infância. Além disso, alguns estudos também sugeriram que alterações na composição da flora bacteriana intestinal poderiam estar associados à doença.

Agora uma nova pesquisa desenvolvida por um grupo de pesquisadores espanhóis liderados pela Dra. Yolanda Sanz (Universidade de Valencia, Espanha) e publicada na edição de Maio da revista científicaJournal of Leukocyte Biology indica que alterações na composição da flora intestinal bacteriana pode influenciar as reações inflamatórias típicas da doença celíaca em vários graus. Os resultados sugerem assim que a manipulação da flora bacteriana – através por exemplo da ingestão de probióticos e prebióticos específicos – poderia em um futuro melhorar a qualidade de vida de pacientes celíacos, bem como de outros pacientes com doenças auto-imunes associadas, como no caso da diabete tipo 1. Segundo Yolanda Sanz, o estudo também poderá ajudar na compreensão dos mecanismos de ação da flora bacteriana em doenças auto-imunes.

Para chegar à estas conclusões, os cientistas usaram culturas de células de forma a simular o organismo de um paciente celíaco. Para simular o ambiente intestinal de um portador, estas células foram expostas à bactérias gram-negativas e à bifidobactérias, tanto sozinhas como na presença de gliadinas (proteínas chave na resposta inflamatória à presença de glúten). O que os pesquisadores puderam observar foi que as bactérias gram-negativas induziram uma produção maior de citocinas pró-inflamatórias do que as bifidobactérias. As bifidobactérias, ao contrário, causaram um aumento na produção de citocinas anti-inflamatórias. Neste sentido, a pesquisa sugerem que as bifidobactérias teriam o potencial de regular a resposta inflamatória produzida pela presença de glúten, reforçando também a função de barreira da mucosa intestinal.

Embora estes estudos ainda estejam em um estágio precoce e ainda precisem ser confirmados bem como passar por testes clínicos, segundo a pesquisadora Yolanda Sanz os resultados podem representar o primeiro passo para uma mudança em como a doença celíaca é tratada e até mesmo prevenida.

Referencia Bibliográfica: G. De Palma, J. Cinova, R. Stepankova , L. Tuckova and Y. Sanz. 2010 Pivotal Advance: Bifidobacteria and Gram-negative bacteria differentially influence immune responses in the proinflammatory milieu of celiac disease Journal of Leukocyte Biology. 87:765-778.

Fonte: Revista Vida sem Glúten e sem Alergias, 2010 (www.vidasemglutenealergias.com)

Biscotinhos Crocantes sem Glúten e sem Leite

biscoito sem gluten SEM LEITE SEM LACTOSE

Por Vera Irene Paim

Ingredientes

  • 90g de açúcar
  • 60g de farinha de arroz
  • 80g de polvilho doce
  • 100g de amido de milho
  • 60g de côco ralado em pacote (de preferência para o que vem úmido)
  • 160g de creme vegetal (margarina, sem leite)
  • 15g de fermento em pó
  • 20 gotas de baunilha

Preparo

Juntar todos os ingredientes numa tigela. Misturar um pouco com uma colher e depois misturar com a mão. Amassar até formar uma massa úmida e macia.

Abrir a massa aos poucos com as mãos ou com o auxílio de um rolo. Usar cortadores para cortar a massa. Pode também modelar com as mãos em bolinhas ou meias-luas.

Observações Importantes

  • Se modelar ou cortar em pequenos formatos, deixar no forno somente por 7 ou 8 minutos. Caso faça meias-luas ou bolinhas simples ou achatadas, deixar no forno por 15 ou 17 minutos.
  • Nos pequenos e mais finos formatos, o cozimento se processa mais rápido e nos maiores e mais espessos, o processo é mais lento.
  • A massa é delicada e cortar com cortadores muito grandes pode quebrar.
  • Se a forma for de teflon, não é necessário untá-la. Outro tipo de forma deve ser untada levemente com margarina e enfarinhada com farinha de arroz.
  • O forno deve ser previamente aquecido em temperatura de 250graus por 10 minutos e quando colocar os biscoitinhos, abaixe para 180graus.
  • Mantenha um relógio de cozinha ligado para anunciar o tempo de conclusão do cozimento. Caso verifique que ainda está branco embaixo, deixe mais um ou dois minutos. Vai depender do forno de cada pessoa.
  • O biscoito deve ficar levemente dourado por baixo e branquinho por cima
  • Retire da forma somente quando estiverem mornos para não quebrarem. Guardar em lata ou vidro bem fechado para não amolecer.
Vídeo (Preparação dos Biscoitos, clique sobre o vídeo para iniciá-lo).

quarta-feira, 16 de junho de 2010

hepatite (tipos) e alimentação indicada

A hepatite é uma inflamação aguda e crônica do fígado. De fato, é muito importante falar desta doença, pois ela é bastante comum e ocorre devido a diversos fatores. Ela pode ser de origem viral (hepatite A, B, C, D e E),tóxica e medicamentosa,alcoólica, bacteriana ou parasitária.

A doença geralmente é aguda, mas pode evoluir e tornar se crônica se durar mais de seis meses.
Os sintomas de uma hepatite variam segundo a sua origem, porém determinados sinais, tais como a icterícia (amarelão), urinas escurecidas, fezes esbranquiçadas, náuseas, ou fígado sensível ao toque, são comuns a todos os tipos de hepatite.

O modo de transmissão de uma hepatite depende também da origem desta, por isso, esse fenômeno será explicado no detalhe na seção causas da hepatite.

A doença pode ser aguda e evoluir espontaneamente de forma favorável na maioria dos casos, sem deixar nenhuma seqüela. No entanto, uma hepatite mal cuidada pode evoluir e se tornar crônica, uma cirrose, ou até mesmo um câncer.

Tipos de hepatite

A hepatite A é causada pelo vírus A. Sua contaminação ocorre principalmente pela via digestiva, por alimentos e água contaminados por matérias fecais, assim como pelo consumo de frutos do mar. A hepatite A raramente é transmitida sexualmente ou parenteralmente (da mãe para o feto). O tempo de incubação varia de 15 a 45 dias. A hepatite A é a forma mais anódina, pois é a única que dificilmente evolui para a cronicidade. Contudo, em alguns casos, em pacientes idosos, ela pode se revelar mortal. Esta hepatite também é conhecida como a “hepatite do viajante”, pois são geralmente os turistas que a contraem principalmente em países do Sul ou do Leste.

- A hepatite B é causada pelo vírus B, transmitido através do sangue (transfusão de sangue contaminado ou uso de seringas contaminadas, em toxicodependentes, objetos cortantes, como alicates de cutículas entre outros) ou fluidos corpóreos (exsudados de feridas, sêmen, secreção cervical (colo uterino), vaginal e saliva de pessoas portadoras do vírus), sendo que a maior concentração do vírus é encontrada no sangue e a menor na saliva. O tempo de incubação varia de 30 a 180 dias. Esta hepatite pode se tornar crônica e se transformar em cirrose ou câncer.

- A hepatite C é causada pelo vírus C, transmitido pela via sangüínea (transfusões, hemofílicos, toxicômanos, pacientes que realizam hemodiálise, relação sexual ou pela via placentária, este último mais raro). A incubação varia de 30 a 100 dias.

- A hepatite D é causada pelo vírus D, transmitido pela via sangüínea ou sexual. A presença do vírus da hepatite B é necessária para que a hepatite D possa se desenvolver. Pode se tratar de uma co-infecção (a pessoa é infectada simultaneamente pelo vírus B e pelo vírus D) ou de uma superinfecção (a pessoa já é portadora do vírus B e acaba sendo infectada pelo vírus D). A incubação varia de 45 a 180 dias. Este tipo de hepatite atinge de maneira quase que exclusiva os toxicômanos. Em 80% dos casos, a hepatite D se torna crônica e evolui rapidamente para a cirrose.

- A hepatite E é causada pelo vírus E, transmitido pela via oral-fecal. Ela é frequentemente aguda e benigna, sem forma crônica. No entanto a mortalidade é a maior nas mulheres grávidas, onde ela atinge 20%.

> As hepatites tóxicas ou medicamentosas são as induzidas pela ingestão de certas substâncias medicamentosas ou não. Estas podem provocar uma séria destruição do fígado. É o caso da amanita falloide (fungo venenoso). Isso pode ocorrer no caso de determinados medicamentos hepatotóxicos, como o paracetamol, que deve ser consumido com moderação e conforme a posologia prescrita.

> A hepatite aguda alcoólica é um tipo de hepatite tóxica induzida pelo alcoolismo. Ela encadeia uma cirrose e a destruição massiva do fígado.

> A hepatite aguda bacteriana ou parasitaria pode surgir a partir de determinadas doenças, como a tuberculose, a brucelose, a leptospirose, ou a bilharziose. Certos germes oportunistas podem provocar uma hepatite aguda bacteriana em aidéticos, pois estes já são imunodeprimidos.

> As hepatites crônicas. De forma geral, sua causa é similar à da hepatite aguda. Ela pode ocorrer por causa de vírus (sobretudo a hepatite B e C), mas também por causa de medicamentos. Notamos a existência de uma hepatite crônica dita auto-imune, principalmente em mulheres jovens. Nestes casos, ocorre uma produção de anticorpos, dirigidas contra o fígado.

fonte: http://www.criasaude.com.br/N1918/doencas/hepatite


ALIMENTOS RECOMENDADOS NAS HEPATITES:

-Óleos de sementes de primeira pressão em frio. Excelentes para a saúde quando ingeridos sem abusar. O melhor é consumir diariamente azeite de oliva, rico em ácido oléico capaz de manter o equilíbrio entre as gorduras saturadas e insaturadas. - Acerola. É a fruta mais rica em vitamina C e, além disso, contém flavonoides (hesperidina e rutina). Melhora a função imunitaria e a produção de interferon.
- Alhos e cebolas. O alho é um antibiótico natural. É ativo frente a numerosas bactérias, vírus, fungos e parasitas além de ser rico em vitaminas e sais minerais. O alho alho-porro possui também ação antibiótica. A cebola é similar ao alho e rica em flavonoides, enzimas e sais minerais.
- Alcachofra e cardo. Seu conteúdo no Silimarina e cinarina melhora a função hepática e desintoxica o fígado.
- Alfafa. Rica em oligoelementos e minerais que favorecem a síntese de anticorpos.
- Cerejas, morangos e groselhas. Contêm importantes antioxidantes e melhoram a circulação a nível portal no fígado.
- Agrião. Ajuda na recuperação e o bom funcionamento hepático.
- Cereais integrais. Hidratos de carbono complexos que contribuem com vitaminas do grupo B necessárias para o bom funcionamento hepático.
- Chucrute. Favorece o metabolismo hepático.
-Ameixa. É pobre em sódio, gorduras e proteínas pelo que é adequada nos casos de doenças hepáticas.
- Cúrcuma. A curcumina é um pigmento amarelo com efeitos protetores para o fígado similares a Silimarina e a cinarina do cardo Mariano e a alcachofra.
- Dente de leão. Tal qual a alcachofra e o cardo é um dos indicados na alimentação do doente hepático. É um grande desintoxicante e depurativo do fígado.
- Framboesa. Facilita a eliminação das substâncias que produzem as infecções.
- Geléia real. Exerce uma ação lhe revitalizem e tonificante da função imunitaria.
- Kiwi. Inmunoestimulante por seu conteúdo em oligoelementos, minerais e vitamina C. - Lecitina de Soja. Contém colina, uma vitamina necessária para o metabolismo hepático.
- Legumes e verduras com folhas verdes. Contribuem com ácido fólico que ajudam à recuperação dos hepatócitos.
- Levedura de cerveja. Fonte importante de vitaminas do grupo B, selênio, zinco, inositol e colina. - Limão. É um alimento inmunoestimulante de grande utilidade em todo tipo de infecções.
- Litchia. É muito útil por sua ação inmunoestimulante.
- Maçã. Descongestionante do fígado.
- Melão. É hidratante e remineralizante. Favorece a reposição da água e das sai minerais, que se perdem nos casos de doenças infecciosas.
- Mel. Contém frutose que facilita a formação de glucógeno e melhora o funcionamento hepático. - Nêsperas. Descongestionante hepático capaz de melhorar a hepatomegalia.
- Rabanete. É rico em compostos sulfurosos entre os que se destaca a rafanina, de grande poder antibiótico, antiviral e inmunoestimulante, sobre tudo a nível hepático.
- Sesamo. Contém vitaminas do grupo B que facilitam o bom funcionamento e a regeneração das células hepáticas.
- Cogumelos: shii-take, may-take, etc. Estimulantes da produção de interferon.
- Tapioca. É a farinha de mandioca que contribui com hidratos de carbono de fácil assimilação sem conter gorduras o que facilita a função hepática.
- Tomate. Ricos em carotenóides antioxidantes e em minerais de ação inmunoestimulante.
- Uva. Contribuem com açúcares naturais e vitaminas antioxidantes ativando a função desintoxicadora. Estimula também a produção de bílis o que descongestiona o fígado e facilita a circulação de sangue por seu interior. Facilita o retorno do sangue do aparelho digestivo ao fígado com o qual diminui a hipertensão portal.

ALIMENTOS PREJUDICIAIS PARA OS DOENTES HEPÁTICOS:

- Alimentos fritos. Não são recomendáveis por sua riqueza em gorduras que se oxidam pelo calor da fritura.
- Alimentos refinados. Debilitam as defesas orgânicas ao nos privar de nutrientes importantes. O mas conhecido é o açúcar refinado.
- Alimentos tiramino-liberadores. Compreende os queijos e carnes preparadas, os frios, os alimentos defumados, o vinho branco e o chocolate.
- Açúcares. Todos eles, em excesso, conseguem diminuir a resposta imunitaria frente às infecções.
- Bebidas alcoólicas. Resultam altamente prejudiciais para o fígado. A abstinência deve ser total. A ingestão de bebidas alcoólicas agrava a icterícia.
- Carne e embutidos. Não são recomendados porque contêm gorduras saturadas, sal e proteínas em abundância.
- Chocolate. Contém açúcares e gorduras em abundância pelo que está contra-indicado.
- Leite e derivados. Sobre tudo quando a leite e os derivados são integrais, os quais exigem do fígado um esforço extra que não e recomendado quando existem alterações hepáticas. Dar preferência a leite desnatado.
- Manteiga, fígado de animais e laticinios gordurosos. A vitamina A que contêm estes mantimentos poderia acumular-se no caso de padecer alguma hepatopatía e aumentar a inflamação do fígado.
- Creme de leite. Contém uma grande quantidade de gordura pelo que sua digestão implica um esforço adicional para o fígado.
- Sal. Favorece a ascite pelo que deve limitar-se seu consumo ou evitar-se totalmente.

COMPLEMENTOS DE VITAMINAS E MINERAIS NECESSÁRIOS PARA O FUNCIONAMENTO DO FÍGADO:

- Complexo B. Suas vitaminas são indispensáveis para a manutenção do fígado em bom estado de funcionamento.
- Vitamina B12. Sua deficiência dificulta a capacidade do sistema imune, sem esquecer que também é necessária para sintetizar distintas enzimas, colina e material genético.
- Ácido fólico. Favorece a atividade hepática.
- Selênio. É deficiente quando existe qualquer alteração hepática mas além disso tem uma importante atividade sobre a função imune já que estimula a atividade dos leucócitos. A Castanha do Pará é a melhor fonte de Selênio.
- Fatores lipotrópicos. Evitam a infiltração de gordura do fígado e favorecem sua função. A metionina é convertida em cisteína e esta em glutation, péptido de grande importância na defesa contra numerosos agentes tóxicos. O glutation se combina diretamente com as substâncias tóxicas, forma compostos solúveis em água e se produz mais facilmente sua excreção a nível renal.
- Ácido lipóico. É um potente antioxidante, protege o fígado dos danos causados pela acumulação de toxinas e, atua como potente desentoxicante.
- N-Acetil cisterna. É um potente protetor hepático com capacidade para neutralizar diferentes compostos tóxicos.
- Vitamina C. Tem um importante papel por sua atividade frente aos poluentes; além disso é fundamental seu papel na atividade do sistema imunologico. Protege ao ácido fólico da oxidação. Tem uma conhecida atividade antiviral aumentando a atividade linfocitaria e incrementando os níveis de interferon natural.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Vitaminas e complementos minerais somente devem ser utilizados sem exceder as dose diária recomendada e nunca devem ser utilizados sem consultar o médico.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Produtos da Vida sem Glúten disponíveis em nossa loja

Pãozinho (6 unidades, 510g)

Do tamanho perfeito para um sanduíche. Crocante por fora e com um miolo macio e branquinho. Esquente e saboreie com seu recheio favorito. Este produtos está congelado e pronto para o consumo. Deixe descongelar naturalmente e aqueça em forno normal, forninho elétrico ou torradeira.

INGREDIENTES: Farinha de arroz, fécula de milho, fécula de tapioca, fécula de batata, estabilizante, sal, gelatina, clara de ovo, óleo vegetal, vinagre, açúcar, fermento, gergelim.

Mini Baguette sem açúcar

Mini baguete (4 unidades, 480g)

Nosso pão tipo francês crocante cheio de sabor e com o interior macio. Excelente para fazer sanduíches, para torradas no café da manhã ou para acompanhar sua refeição. A cesta de pão de sua mesa não precisa mais ficar vazia. Este produto esta congelado e pronto para o consumo. Deixe descongelar naturalmente. Deverá ser aquecido em forno normal, forninho elétrico ou torradeira elétrica. Para que fique mais crocante, corte ao meio ou em fatias antes de aquecer.

INGREDIENTES: Farinha de arroz, fécula de milho, fécula de tapioca, fécula de batata, estabilizante, sal, gelatina, clara de ovo, óleo vegetal, vinagre, açúcar, fermento, gergelim.

Mini Pãozinho (aprox. 11 unidades, 300g)

Perfeito para o seu café da manha ou lanche da tarde. Este produto está congelado e pronto para o consumo. Deixe descongelar naturalmente. Deverá ser aquecido em forno normal, forninho elétrico ou torradeira. Para que fique mais crocante, corte ao meio antes de aquecer.

INGREDIENTES: Farinha de arroz, fécula de milho, fécula de tapioca, fécula de batata, estabilizante, sal, gelatina, clara de ovo, óleo vegetal, vinagre, açúcar, fermento, gergelim.

Challah

Pão de Forma tipo Challah (unidade, 600g)

Pão de forma com ovos, levemente adoçicado

Praticamente igual que o delicioso e doce challah tradicional do Sabbath e das festas. É o melhor para fazer torradas francesas. Não contém lácteos.

INGREDIENTES: Farinha de arroz tostada, farinha de tapioca, açúcar, estabilizante, gelatina, sal, gordura vegetal livre de Trans, vinagre, ovos, fermento, gergelim. Temos este pão feito sem açúcar usando STEVIA no seu lugar. O sabor e a textura são idênticos.

Síndrome do Pânico

"De repente senti uma terrível onda de medo, 
sem nenhum motivo.
Meu coração disparou, tive dor no peito e 
dificuldade para respirar.
Pensei que fosse morrer."
Quais os sintomas físicos de uma crise de pânico?
Como se descreve acima, os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente (apesar de existir, mas fica difícil de se perceber). Os sintomas são como uma preparação do corpo para alguma "coisa terrível". A reação natural é acionar os mecanismos de fuga. Diante do perigo, o organismo trata de aumentar a irrigação de sangue no cérebro e nos membros usados para fugir - em detrimento de outras partes do corpo, incluindo os orgãos sexuais. Eles podem incluir :
  • Contração / tensão muscular, rijeza
  • Palpitações (o coração dispara)
  • Tontura, atordoamento, náusea
  • Dificuldade de respirar (boca seca)
  • Calafrios ou ondas de calor, sudorese
  • Sensação de "estar sonhando" ou distorções de percepção da realidade
  • Terror - sensação de que algo inimaginavelmente horrível está prestes a
    acontecer e de que se está impotente para evitar tal acontecimento
  • Confusão, pensamento rápido
  • Medo de perder o controle, fazer algo embaraçoso
  • Medo de morrer
  • Vertigens ou sensação de debilidade
Uma crise de pânico dura caracteristicamente vários minutos e é uma das situações mais angustiantes que podem ocorrer a alguém. A maioria das pessoas que tem uma crise terá outras (se não tratar). Quando alguém tem crises repetidas ou sente muito ansioso, com medo de ter outra crise, diz-se que tem transtorno do pânico

O que é o transtorno do pânico?
Transtorno do pânico é um problema sério de saúde. Este distúrbio é nitidamente diferente de outros tipos de ansiedade, caracterizando-se por crises súbitas, sem fatores desencadeantes aparentes e, frequentemente, incapacitantes. Depois de ter uma crise de pânico - por exemplo, enquanto dirige, fazendo compras em uma loja lotada ou dentro de um elevador - a pessoa pode desenvolver medos irracionais (chamados fobias) destas situações e começar a evitá-las. Gradativamente o nível de ansiedade e o medo de uma nova crise podem atingir proporções tais, que a pessoa com o transtorno do pânico pode se tornar incapaz de dirigir ou mesmo pôr o pé fora de casa. Neste estágio, diz-se que a pessoa tem transtorno do pânico com agorafobia. Desta forma, o distúrbio do pânico pode ter um impacto tão grande na vida cotidiana de uma pessoa como outras doenças mais graves - a menos que ela receba tratamento eficaz e seja compreendida pelos demais.

O que causa o transtorno do pânico? Por que ele ocorre?
De acordo com uma das teorias, o sistema de "alerta" normal do organismo - o conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite que uma pessoa reaja a uma ameaça - tende a ser desencadeado desnecessariamente na crise de pânico, sem haver perigo iminente. Algumas pessoas são mais suscetíveis ao problema do que outras. Constatou-se que o T.P. ocorre com maior frequência em algumas famílias, e isto pode significar que há uma participação importante de um fator hereditário (genético) na determinação de quem desenvolverá o transtorno. Entretanto, muitas pessoas que desenvolvem este transtorno não tem nenhum antecedente familiar.

O cérebro produz substâncias chamadas neurotransmissores que são responsáveis pela comunicação que ocorre entre os neurônios (células do sistema nervoso). Estas comunicações formam mensagens que irão determinar a execução de todas as atividades físicas e mentais de nosso organismo (ex: andar, pensar, memorizar, etc). Um desequilíbrio na produção destes neurotransmissores pode levar algumas partes do cérebro a transmitir informações e comandos incorretos. Isto é exatamente o que ocorre em uma crise de pânico: existe uma informação incorreta alertando e preparando o organismo para uma ameaça ou perigo que na realidade não existe. É como se tivéssemos um despertador que passa a tocar o alarme em horas totalmente inapropriadas. No caso do Transtorno do Pânico os neurotransmissores que encontram-se em desequilíbrio são: a serotonina e a noradrenalina.

O transtorno do pânico é um problema sério?
O T.P. já é considerado um problema sério de saúde. Atualmente 2 a 4% da população mundial sofre deste mal, que acomete mais mulheres do que homens em uma proporção de 3 para 1. Há muito que o T.P. deixou de ser um diagnóstico de exclusão. Hoje, mais do que nunca, há necessidade de um diagnóstico de certeza para tal entidade clínica. As pessoas que sofrem deste mal costumam fazer uma verdadeira "via-crucis" a diversos especialistas médicos ("doctor shopping") e após uma quantidade exagerada de exames complementares recebem, muitas vezes, o patético diagnóstico do "nada", o que aumenta sua insegurança e seu desespero. Por vezes esta situação dramática é reduzida a termos evasivos como: estafa, nervosismo, stress, fraqueza emocional ou problema de cabeça. Isto pode criar uma incorreta impressão de que não há um problema de fato e de que não existe tratamento para tal patologia.

O T.P. é real e potencialmente incapacitante, mas pode ser controlado com tratamentos específicos. Por causa dos seus sintomas desagradáveis, ele pode ser confundido com uma doença cardíaca ou outra doença grave. Frequentemente as pessoas procuram um pronto-socorro quando têm a crise de pânico e podem passar desnecessariamente por extensos exames médicos para excluir outras doenças.

Os médicos em geral tentam confortar o paciente em crise de pânico, fazendo-o entender que não está em perigo. Mas estas tentativas podem às vezes piorar as dificuldades do paciente: se o médico usar expressões como "não é nada grave", "é um problema de cabeça" ou "não há nada para se preocupar", isto pode produzir uma impressão incorreta de que não há problema real e de que não existe tratamento ou de que este não é necessário, conforme já comentado.

Qual é a população atingida?
As pessoas que tem o T.P., em sua maioria, são pessoas jovens (faixa etária de 21 a 40 anos), que encontram-se na plenitude de suas vidas profissionais. O perfil da personalidade das pessoas que sofrem do T.P., costuma apresentar aspectos em comum: geralmente são pessoas extremamente produtivas à nível profissional, costumam assumir uma carga excessiva de responsabilidades e afazeres, são bastantes exigentes consigo mesmos, não convivem bem com erros ou imprevistos, têm tendência a se preocuparem excessivamente com problemas cotidianos, alto nível de criatividade, perfecionismo, excessiva necessidade de estar no controle e de aprovação, auto-expectativas extremamente altas, pensamento rígido, competente e confiável, repressão de alguns ou todos os sentimentos negativos (os mais comuns são, o orgulho e a irritação), tendência a ignorar as necessidades físicas do corpo, entre outras. Essa forma de ser acaba por predispor estas pessoas a situações de stress acentuado, fato este que pode levar ao aumento intenso da atividade de determinadas regiões do cérebro desencadeando assim um desequilíbrio bioquímico e consequentemente o aparecimento do T.P..

Vale ressaltar ainda que alguns medicamentos como anfetaminas (usados em dietas de emagrecimento) ou drogas (cocaína, maconha, crack, ecstasy, etc), podem aumentar a atividade e o medo promovendo alterações químicas que podem levar ao T.P..

Existe tratamento para este problema?
Existe uma variedade de tratamentos para o T.P.. O mais importante neste aspecto é que se introduza um tratamento que vise restabelecer o equilíbrio bioquímico cerebral numa primeira etapa. Isto pode ser feito através de medicamentos seguros e que não produzam risco de dependência física dos pacientes. Numa segunda etapa prepara-se o paciente para que ele possa enfrentar seus limites e as adversidades vitais de uma maneira menos estressante. Em última análise, trata-se de estabelecer junto com o paciente uma nova forma de viver onde se priorize a busca de uma harmonia e equilíbrio pessoal. Uma abordagem psicoterápica específica deverá ser realizada com esse objetivo.

O sucesso do tratamento está diretamente ligado ao engajamento do paciente com o mesmo. É importante que a pessoa que sofre de T.P. entenda todas as peculiaridades que envolvem este mal e que queira fazer uma boa "aliança terapêutica" com seu médico no sentido de juntos superarem todas as adversidades que poderão surgir na busca do seu equilíbrio pessoal.

Para as pessoas que não tem, e para as que possam vir a conviver com o problema:
O T.P. não é loucura, nem "frescura". Infelizmente é comum que os distúrbios psíquicos sejam interpretados como simples fraqueza de caráter. O melhor jeito para conviver com uma pessoa que passou pelo T.P., É compreender pelo que a pessoa passa; fazendo com que essa pessoa saiba que você entende o que se passa com ela, isso irá tranquilizá-la, trazendo bem-estar, pois é bem difícil se ter um "ataque", perante uma pessoa ou ambiente que conheça o problema, junto com um "tratamento", preferencialmente, tratado por um psiquiatra. Pois os que sofrem com o transtorno do pânico são ótimas companhias, devido a sua sensibilidade apurada, pois uma experiência ruim algumas vezes frutifica em crescimento interior. E sempre mantenha essa pessoa normalmente convivendo com suas atividades, percebendo as suas limitações e não "forçando nenhuma barra". Aos poucos a vida volta a normalidade.