segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Novidade sem glúten na Casa Viva

São produtos da empresa
Sabor sem Glúten

Biscoitinho de Coco
NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN
Ingredientes: amido de milho, ovos, leite de coco, açúcar, creme vegetal light e coco ralado.

Mini Pão Francês
NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN
Ingredientes: farinha preparada, batata, ovos, fermento biológico, óleo de soja, sal, aromatizante e espessantes.

Pão de Forma Integral
NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN
NÃO CONTÉM AÇÚCAR
Ingredientes: farinha de arroz, fécula de batata, fécula de mandioca, fermento biológico seco, espessantes, vinagre, óleo de soja, ovos, sal e linhaça.

Pão de Forma Multigrãos
NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN
Ingredientes: ovos, sal, farinha de arroz, fécula de batata, fécula de mandioca, óleo de soja, vinagre, espessante, propionato de cálcio, quinua branca, quinua preta, amaranto, linhaça e gergelim.

Pão de Forma Doce de Banana Verde
NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN
CONTÉM AÇÚCAR
Ingredientes: ovos, água,  sal,  farinha de arroz, fécula de batata, fécula de mandioca, óleo de soja, vinagre, espessantes, fermento, propionato de cálcio, açúcar, canela e farinha de banana verde.


Torta de Maracujá
NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN
Ingredientes: ovos, amido de milho, açúcar orgânico, creme vegetal light, farinha de arroz, amido modificado, sal, aroma artificial de baunilha e maracujá, polpa de maracujá, xarope de glucose e corantes artificiais.


Torta de Morango
NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN
Ingredientes: ovos, amido de milho, açúcar, creme vegetal light, farinha de arroz, amido modificado, sal, aroma artificial de baunilha e morango, polpa de morango, xarope de glucose, morango e corantes artificiais


Torta de Limão 
NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN
Ingredientes: ovos, amido de milho, açúcar, creme vegetal light, farinha de arroz, amido modificado, sal, aroma artificial de baunilha,  limão e corantes artificiais.


Torta de Palmito
NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN
Ingredientes: Farinha preparada, tomate, salsinha, alho, cebola, oléo de palma, palmito e guaraná.
Peso: 100 gramas


Torta de Frango com Milho 
NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN
Ingredientes: farinha preparada, sal, creme vegetal, light, guaraná, milho, tomate e peito de frango.
Peso: 100 gramas



Cookie Quinua Real c/chocolate
NÃO CONTÉM LACTOSE

NÃO CONTÉM GLÚTEN 

Ingredientes: farinha preparada, quinua real, amido de milho, fermento químico em pó, sal, creme vegetal light, açúcar orgânico, ovos, chocolate em pedaços e chocolate em pó.






Cookie Quinua Real

NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN
Ingredientes: farinha preparada, quinua real, amido de milho, fermento químico em pó, sal, creme vegetal light, açúcar, ovos e canela em pó.


Kibe
NÃO CONTÉM LACTOSE
NÃO CONTÉM GLÚTEN

Ingredientes: arroz integral, carne moída, sal, hortelã, fubá, ovos e cebola.

Peso: 250 gramas (7 unidades)

Validade: 120 dias congelado.

MODO DE PREPARO:
Retirar do freezer e fritar imediatamente em óleo quente, temperatura baixa, até dourar.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Farinha ou fibra de uva

  

As propriedades presentes nos compostos das sementes da uva ajudam a impedir doenças no coração, tais como ataque cardíaco e infarto, pois impedem o desenvolvimento de plaquetas que bloqueiam as artérias. Também alivia o cansaço dos olhos em pessoas que utilizam o computador por muito tempo, diminui a degeneração macular e cataratas, melhora a circulação sangüínea nos pequenos vasos dos olhos, onde algumas doenças do olho podem causar bloqueios e enfraquecimentos que resultam em danos na visão.
        A farinha de uva diminui o nível do colesterol ruim, o LDL, inibe o aparecimento de varizes, porque ativa a circulação e retarda o envelhecimento.
É rica em OPC, antioxidante que combate os radicais livres.
A farinha de sementes de uva NÃO CONTÉM GLÚTEN, lactose ou colesterol, e é rica em fibras dietéticas naturais.
       A grande vantagem do consumo de farinha de uva está no fato dos diabéticos poderem consumir sem o perigo da frutose presente na fruta.
       A farinha de sementes de uva é também benéfica à saúde, pois a farinha é composta de 76% de fibras, segundo os pesquisadores possui alta quantidade de flavonóides, também é antioxidante, cuja principal função é combater os radicais livres e herdou da fruta a prevenção do envelhecimento e das doenças degenerativas.
                       
INDICAÇÃO: Excelente no tratamento de doenças circulatórias, diminui aparecimento das varizes; auxilia na prevenção de problemas cardiovasculares; ajuda no combate das doenças de pele, como psoríase e eczema. Limpa a pele das impurezas externas e células mortas e retarda o envelhecimento, dá brilho e maciez. Aumenta a produção de tecidos colagenosos, evitando aparecimento de rugas, flacidez e perda dos dentes.
          Evita a deficiência de visão e audição; ajuda a minimizar danos no fibroma, auxilia na prevenção da artrite e também auxilia na prevenção do endurecimento das artérias.
          Ajudam no controle de espirros, congestões e outras características provenientes de reações alérgicas.
          Como esfoliante natural e excelente ação rejuvenescedora a farinha da semente de uva pode ser misturada ao mel e aplicada diretamente sobre a pele. O resultado é imediato, com visível ação clareadora e emoliente da pele, além dos benefícios antioxidantes, resultantes da ação contínua do tratamento.

MODO DE PREPARO:
Consumir de 2 a 3 colheres ( sopa) diárias de farinha de uva, pode ser consumida pura ou misturado nos sucos e vitaminas.
           A farinha de uva pode ser usada nas receitas de pães, barras de cereais, massas caseiras dentre outras. A farinha de uva deixa os alimentos mais saborosos e pode ser usado  juntamente nas saladas.
           Como esfoliante, deve ser usada com cuidado, dependendo do tipo da pele e local: rosto, mãos, pés.
           Para uma pele oleosa, por exemplo, esfolie duas vezes por semana, pele seca ou normal uma vez por semana de preferência à noite.
           Lave o rosto com sabonete de sua preferência, aplique a farinha de uva suavemente, com a pele molhada; deixe agir por alguns minutos.
           Enxágüe o local com bastante água.

sábado, 30 de outubro de 2010

Enfermeira cria série de regras para livrar a sala de cirurgia do látex


Tudo o que contenha borracha, como luvas e o aparelho de anestesia, precisa ser substituído por silicone ou polivinil. A limpeza cuidadosa da sala arremata tudo, e pacientes alérgicos não correm risco.

GRAZIELA AZEVEDOCampinas, SP





As reações variam de pessoa para pessoa. Podem até começar suavemente e irem aumentando, piorando com o tempo, mas, quando a reação vem violenta, é capaz de tomar conta de tudo e até tirar o ar.
No dia a dia, quando alguém tem uma crise alérgica, normalmente tem um tempo para investigar as causas e evitar que o problema se repita. E quando a descoberta acontece dentro de uma sala de cirurgia. Já imaginou o susto?
Há menos de um mês, o pequeno João Gabriel passou por esse susto, enquanto fazia uma cirurgia para retirada de um cálculo, uma pedra dentro da bexiga. “Ele teve muito prurido, muita coceira no corpo. Os olhos incharam, ficaram vermelhos”, explica o cirurgião pediátrico Renato Bonfá.
Em casos como o de João Gabriel, os médicos socorrem o paciente com medicamentos e outros procedimentos, mas o paciente aberto fica muito exposto aos alérgenos e o perigo é enorme. “A criança pode até ir a óbito, pode morrer, se tiver uma resposta inflamatória muito exacerbada”, aponta o cirurgião.
É para evitar o risco que Regina Feu entra em ação. Enfermeira do Hospital de Clínicas de Campinas, ela criou uma série de regras para livrar a sala de cirurgia do látex, quando o paciente é alérgico à borracha ou teve reações com alimentos como mandioca, kiwi. “Eu fiz a lista de todos os materiais que eu precisava para todos os tipos de cirurgia. Cheguei a 750 materiais”, afirma Regina Feu.
De luvas, a respiradores, de cateteres ao aparelho de anestesia, tudo o que contenha borracha precisa ser substituído por silicone ou polivinil. Quase tudo é importado e, muitas vezes, é preciso improvisar. “Coloco no saco plástico para evitar o contato. Só tem uma marca do estetoscópio no mercado sem o látex. É difícil comprar e muito caro”, aponta a enfermeira.
Uma limpeza cuidadosa da sala arremata tudo, e, assim, pacientes alérgicos não correm risco.
Tudo o que há de mais novo e também cada detalhe já conhecido sobre alergias está sendo reunido. Um conjunto de computadores coletando informações dos maiores centros de pesquisa e tratamento do mundo.
“Eu busco tudo que tem de diferente, dados clínicos, informações sobre alergenicidade, informações sobre experimentos que foram feitos”, declara a cientista da computação Helen Arcuri.
Em um clique, a base de dados construída por Helen no serviço de imunologia do InCor poderá ser consultada por pesquisadores, médicos e pacientes. Já estão catalogadas mais de 1,7 mil substâncias que provocam alergias, mas é preciso ficar de olho, porque o número não para de crescer.
“Eu tenho um programinha que traz tudo que entrou de novo em um determinado período. A cada quatro meses, ele espia para mim. Aí, eu adiciono no meu banco essas novas proteínas que estão entrando”, explica Helen.
Para a pesquisa da mandioca, a cientista da computação não vai nem precisar de espião, o resultado vai sair da sala ao lado e entrar para o mais completo banco de dados sobre alergia do mundo.

Doença celíaca: quase 2 milhões de brasileiros não podem comer glúten


Com o tempo, as paredes do intestino vão inflamando, atrofiando e perdem a capacidade de absorver nutrientes dos alimentos, e até os remédios podem deixar de fazer efeito.

GRAZIELA AZEVEDOSão Paulo





É trabalho para detetive. De lupa na mão, a psicóloga Cláudia Ferreira Pinto vasculha as embalagens do supermercado. Achar o que procura é missão para olho vivo. “Nesse produto, eu não achei a inscrição ‘contém ou não contém glúten’ na relação de ingredientes. Eu vou ter que procurar no pacote para ter certeza. A gente vê embaixo”, afirma.
As letras miúdas são um inferno na vida de quem tem doença celíaca - um mal que começa no intestino abrindo as portas para uma variedade de doenças e sintomas que desafiam médicos e confundem quem sofre.
A farinha fina usada em pães, macarrão, doces e tanta coisa boa é um veneno para quem tem a doença celíaca. O problema é o glúten, uma proteína encontrada no trigo, no centeio, na aveia, na cevada e no malte. Doença celíaca não é alergia, é intolerância alimentar ao glúten e ele tem que ser cortado da dieta.“Foi feito um cálculo de que 1% da população mundial tem doença celíaca e não sabe. Então, você imagina quantos habitantes têm o Brasil e quantos celíacos estão andando por aí que não sabem que são celíacos”, ressalta a médica Lorete Kotze.
Para o celíaco, cada guloseima feita de farinha que tenha glúten é uma agressão ao sistema digestivo. Com o tempo, as paredes do intestino vão inflamando, atrofiando e perdem a capacidade de absorver nutrientes, como o cálcio e o ferro dos alimentos, e até os remédios podem deixar de fazer efeito.
Em Curitiba, encontramos uma turma que é um retrato da doença no Brasil. Ao todo, 75% dos pacientes são mulheres. Obter o diagnóstico é missão dificílima.
“Diziam que era depressão, sistema nervoso”, revela a administradora aposentada Evangeline Montardit. “Fiquei uns oito meses com muita diarréia. A minha tireóide descompensou. Eu fui em dez médicos em um mês”, diz a nutricionista Maria Fernanda Ligocki.
“Eles ficam fazendo o que eu chamo de tour. Eles começam ir a tudo quanto é médico, e cada um dá um palpite, dá um diagnóstico. E, na realidade, se ele fizer o diagnóstico de doença celíaca, ele resolve tudo o que precisa ser resolvido”, declara a médica Lorete Kotze.
Foi exatamente o que aconteceu com todos da Associação dos Celíacos do Paraná. Matheus Correia, de 12 anos, o caçula do grupo, chegou a ser diagnosticado como hiperativo. “Teve casos em que eu chegava a desmaiar de fraqueza, cansaço”, relata.
Foi só cortar o glúten da alimentação e tudo mudou. “Em seis meses, as pessoas me perguntavam se eu tinha feito uma lavagem cerebral no Matheus, porque ele mudou totalmente. Ele é uma criança calma. Aprendizagem dele, que ele tinha muita dificuldade, mudou totalmente”, conta Marisli Correia, a mãe do menino.
A Doutora Lorete explica que o diagnóstico capaz de mudar a vida do celíaco vem com um exame de sangue e uma biópsia feita em uma endoscopia especial. Assim se descobre o problema que é genético e pode até nunca se manifestar, mas ele está adormecido, podendo acordar com o tempo, uma infecção, uma cirurgia, um momento de estresse.
Em reuniões, os celíacos trocam informações preciosas e muitas receitas. Cada um leva o que vai aprendendo a fazer: quibe, coxinha e até empadinha.
“É um pão integral com farinha de arroz integral, farinha de soja integral, farinha de amaranto e amido. Eu fiz uma mistura dessas quatro farinhas”, explica uma das mulheres do grupo.
Em casa, as receitas da psicóloga Cláudia Ferreira Pinto também fazem sucesso. Ela prepara uma massa de pizza com mistura pronta de pão de queijo.
Depois de pré-assada, é só cobrir a gosto e dar uma última aquecida. As filhas adoram. “Ela chega a ser melhor que a pizza comum. A massa ela dá um toque totalmente diferente”, comenta uma das filhas da psicóloga.
Especialistas em driblar as dificuldades todos eles são, mas não dá para esconder que de vez em quando bate aquela nostalgia. Todos revelam que morrem de saudade do tradicional pão francês.