quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Coxinha sem Glúten


ingredientes

Recheio

  • 400g frango (peito, coxa e sobrecoxa)
  • 2 litros de água para cozinhar
  • 1 dente de alho socado para cozinhar o frango
  • Sal a gosto
  • Óleo e azeite a gosto (para refogar)
  • 1 cebola picada
  • 1 tomate sem pele e sem sementes
  • 1 tablete ou saquinho de tempero pronto
  • 1 colher (sopa) de salsa picada

Massa

  • 1 litro do caldo de frango
  • 1 colher (sopa) cheia de margarina ou gordura vegetal
  • Sal e alho amassado a gosto
  • 1 colher (sopa) de salsa picada
  • 1/2 kg de batatas cozidas e amassadas
  • 450g de creme de arroz
  • 1 tablete ou saquinho de tempero pronto
  • Fubá o suficiente para empanar

modo de preparo

Recheio

Cozinhe o frango, sem a pele na água com o alho e o sal. Deixe esfriar e desfie no processador usando a tecla pulsar. Reserve 1 litro do caldo de frango para a massa. Numa panela com o óleo e o azeite, refogue a cebola, os tomates, o alho amassado com o sal e o tempero pronto. Desligue o fogo, coloque a salsa picada e mexa.

Massa

Numa panela, coloque o caldo de frango reservado, a margarina (ou gordura vegetal), o tempero pronto, o alho com sal, a salsa, as batatas amassadas e deixe ferver. Acrescente o creme de arroz aos poucos, mexendo sempre até desgrudar da panela. Coloque numa vasilha deixe esfriar um pouco. Sove a massa.

Preparo das coxinhas

Abra a massa na palma da mão fazendo um circulo. Coloque um pouco do recheio no centro da massa, feche e modele na forma de coxinha. Depois de prontas, molhe levemente as coxinhas na água, passe pelo fubá e frite em óleo bem quente, até que o fubá fique levemente amarelo.
Rendimento: Mais ou menos 80 unidades tamanho coquetel

fonte: http://tvg.globo.com/receitas/maisvoce/coxinha-sem-gluten-4d5060d452e0b252bc0004a6

Romã é aliada em potencial na prevenção do mal de Alzheimer.


 
Publicado em 4/fevereiro/2013.
Lucas Jacinto, da Assessoria de Comunicação da Esalq.

"Na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, uma pesquisa com resíduos de romã constatou sua potencialidade como aliado na prevenção da doença de Alzheimer. O trabalho foi realizado pela pesquisadora Maressa Caldeira Morzelle, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN), sob a orientação da professora Jocelem Mastrodi Salgado.Inúmeros estudos indicam que, entre pessoas que consomem frutas e verduras regularmente, é raro o diagnóstico de doenças degenerativas decorrentes da idade avançada. “Isso se deve ao fato de que a quantidade de antioxidante presente nesses alimentos é elevada”, comenta a autora do estudo.
De acordo com a pesquisa, em se tratando da romã, apenas na casca da fruta é possível encontrar mais antioxidante do que em seu suco e sua polpa. Os antioxidantes são essenciais para a prevenção contra os radicais livres que matam as células do nosso corpo, o que acarreta em doenças degenerativas em geral.
Sabendo disso, Maressa buscou alternativas que pudessem concentrar todo o extrato da casca em pó, para ser diluído como suco, ou adicionado a sucos de outros sabores, levando em consideração os desafios do processamento e armazenagem, e o fato de que a adição do composto bioativo não poderia afetar as propriedades sensoriais do produto final.
Ação antioxidante
A conclusão do trabalho foi bastante satisfatória em relação ao desempenho do extrato de casca de romã elaborados com etanol e água, que não teve sua atividade anticolinesterásica (inibição de enzimas associadas ao Alzheimer) e sua capacidade antioxidante afetada por esta forma de armazenamento. Observou-se também, resultados positivos em relação ao preparado em pó para refresco, que não teve suas características sensoriais alteradas.
“Desta forma, verifica-se o potencial para a indústria no emprego das microcápsulas a base do extrato casca de romã como um ingrediente a ser incorporado na dieta, sendo um aliado na prevenção da doença de Alzheimer”, conclui a pesquisadora.
O mau de Alzheimer, doença degenerativa e atualmente incurável, atinge na maioria dos casos, idosos com idade entre 60 e 70 anos. No Brasil cerca de 900 mil pessoas já foram diagnosticadas com a doença."

Fonte:
http://www.usp.br/agen/?p=126852

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Dermatite Herpetiforme (DH)


O que é?
Também chamada de Doença de Duhring-Brocq, é uma doença rara de caráter crônico, associada à Enteropatia Sensível ao Glúten.

A lesão característica consiste em lesões pruriginosas papulovesiculosas (lesões avermelhadas, com algum relevo, com formação de pequenas bolhas) – com tendência a agrupar-se, tomando o aspecto herpetiforme. Tem predileção por áreas extensoras dos antebraços, joelhos, cotovelos, couro cabeludo, nuca, nádegas, região interescapular e sacra, caracteristicamente com apresentação simétrica. Em geral o início é insidioso e pode processar-se por prurido (coceira) e sensação de queimação, que podem preceder até 8-12 horas a manifestações objetivas. Além do prurido intenso, eventualmente podem ocorrer sensação de queimação e "ferroadas". Raramente, as lesões são totalmente assintomáticas. Lesões orais não são freqüentes, e regiões palmares e plantares geralmente são poupadas.
Lesões papulosas e urticariformes ocorrem menos freqüentemente.
A DH ocorre geralmente entre 20 e 55 anos, mas pode se manifestar em qualquer idade.
Homens são mais afetados do que mulheres.
       
Fotos de lesões no pescoço (foto 1), no joelho (foto 2), e nas nádegas (foto 3)
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico é feito com base no quadro clínico, confirmado por biópsia e imunofluorescência direta, que devem ser realizadas em pele próxima às lesões.

Existem doenças associadas?
Os pacientes com DH apresentam Gastroenteropatia Sensível ao Glúten, a qual freqüentemente é assintomática.
- Menos de 10% dos paciente têm distensão abdominaldiarréia ou mal-absorção sintomática.
- Esteatorréia leve ou outros sintomas leves de mal-absorção, como absorção alterada de D-xilose, deficiência de ferro ou folato, podem ser demonstrados em 20-30% dos pacientes com DH.
- Pacientes com DH e sem doença gastrointestinal aparente, podem ser induzidos a apresentá-la pelo aumento da ingesta de Glúten – o que freqüentemente é chamado de Gastroenteropatia Sensível ao Glúten latente.
A associação da Gastroenteropatia Sensível ao Glúten na patogênese da DH é confirmada pelo fato de DH ser reativada ao se reiniciar dieta com glúten.

Doenças associadas à DH
Autoimunes: Dermatimiosite, Diabetes Mellitus Insulino-dependentes, Miastenia Gravis, artrite reumatóide, Síndrome Sjögren, Lupus Eritematoso Sistêmico, disfunções tireoidianas.
Gastrointestinais: Enteropatia Sensível ao Glúten, Atrofia Gástrica, Hipocloridria Gástrica, Anemia Perniciosa.
Neoplásicas: Linfoma Gastro-intestinal, Linfoma Não-Hodgkin.

Qual a evolução da Doença?
É uma doença de caráter crônico, que evolui com fases de exacerbações e remissões. Freqüentemente é autolimitada (resolução das lesões em torno de 10 anos de doença).
Infecções ou estresse emocional podem desencadear lesões.
Antiinflamatórios não esteróides podem exacerbar a erupção.
Uma dieta livre de glúten irá manter a DH em remissão, bem como proteger do surgimento de alterações malignas (linfomas), que podem ocorrer associada à DH.
Curiosamente, pacientes com DH tem um aumento na expectativa de vida, devido à redução de doença cardíaca isquêmica, independente da dieta adotada (normal ou livre de glúten).
Existe tratamento?
O tratamento do quadro agudo consiste no uso de Dapsona (sulfona), sendo que a dieta livre de glúten é o tratamento de escolha a longo prazo, melhorando a enteropatia e permitindo a descontinuação do uso de medicamentos. O tratamento medicamentoso não traz nenhum efeito positivo sobre as alterações intestinais.
A dieta livre de glúten é o único meio de eliminar a doença, não apenas na pele como também na mucosa gastrointestinal, sendo que a melhor resposta ao tratamento será observada com a restrição absoluta ao glúten.

Dra. Cristina Sperhacke Bianchessi - Dermatologista
fonte: http://www.acelbra-rs.org.br/textos/doencas_relacionada.html

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

PÃO DE MANDIOQUINHA (sem glúten)

Ingredientes
- 2 mandioquinhas pequenas cozidas e amassadas
- 1 xícara de creme de arroz
- 1/2 xícara de fécula de batata
- 1/4 de xícara de polvilho doce
- 1 ovo batido
- 1 colher de chá cheia de fermento biológico seco
- 1 colher de sobremesa de frutose
- 2 colheres de café de sal (ou à gosto)
- água do cozimento da mandioquinha pra dar ponto na massa (ela deve ficar parecida com massa de bolo, mais mole mesmo)
Misturar todos os ingredientes, tomando cuidado pra não deixar o fermento entrar em contato direto com o sal. Deixar descansar numa forma de bolo inglês por 1 hora. Eu assei por mais ou menos 40 minutos. Deixa esfriar um pouquinho antes de desenformar. Olha que bonito:


fonte: http://www.inteligencianutricional.com.br

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

ATENÇÃO MULHERES: Aprovada a vacina GRATUITA contra HPV para mulheres entre 9 e 45 anos.




COMPARTILHEM...essa informação é importante pra todas nós!

Meninas e mulheres, com idade entre 9 e 45 anos, poderão ter o direito de receber gratuitamente a vacina contra o papilomavírus humano (HPV) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O projeto foi aprovado hoje pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado.
A ideia é oferecer para a população nessa faixa etária um aliado no combate ao HPV, vírus transmitido por contato sexual que vem sendo considerado a principal causa do câncer do colo de útero.
Agora o projeto da senadora Vanessa Grazziotin, do PCdoB do Amazonas, seguirá agora para a Comissão de Assuntos Sociais e, se aprovado, irá direto para a Câmara dos Deputados. Para entrar em vigor a proposta tem que ser aprovada no Congresso e depois ser sancionada pela presidente Dilma.
O câncer de colo uterino é o segundo tumor maligno de maior incidência na população feminina no país, só perdendo para o câncer de mama, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca).
São estimados 18.430 novos casos da doença e 4.800 mortes por ano.
Além disso, observa que a maior incidência ocorre entre mulheres de baixa renda e menor
escolaridade nas regiões Norte e Nordeste.
Apesar dos altos custos associados a um programa abrangente de vacinação contra o HPV, a relatora, Ângela Portela, afirma que os avanços sociais e sanitários vão superar os gastos com ampla vantagem.
Atualmente, a vacina é oferecida apenas em clínicas privadas, por preços nunca inferiores a R$ 600,00 pelas três doses necessárias e que podem chegar perto de R$ 1.500,00 em alguns estabelecimentos.
As informações são da Agência Senado.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mente Criativa - A Aventura do Cérebro Bem Nutrido

Super dica

MENTE CRIATIVA - AVENTURA DO CEREBRO BEM NUTRIDO CALLEGARO, JUAREZ NUNES 9788532634078

A obra aborda dois temas que parecem distantes, mas que na verdade estão intimamente ligados, o cérebro e sua nutrição. Não se trata de uma simples abordagem de como uma boa alimentação é importante em nossas vidas, mas mostra, com clareza, os alimentos e suas moléculas extremamente poderosas no tratamento de doenças. O rico conhecimento de Callegaro em medicina proporcionou a estruturação de sua Medicina Ortossistêmica, e nos beneficiou com a apresentação de como os nutrientes atuam em nosso cérebro. Este conhecimento é um primeiro passo na prevenção da degeneração cerebral.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

SEM GLÚTEN e 100% SEM AÇÚCAR e LACTOSE - dica de leitura



O livro traz a indicação nutricional de calorias, proteínas, carboidratos e gorduras. As receitas são direcionadas ao Controle de Peso, aos Intolerantes ou Alérgicos ao Glúten ou ao Leite de Vaca, aos Portadores de Diabetes e aos que buscam uma alimentação equilibrada e balanceada com o prazer de uma boa mesa. Todo este trabalho foi criteriosamente verificado pelas nutricionistas Dra. Magali Rogge Mugnaini Abrão e Dra. Inez Campedelli Martensen.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Bolo de macaxeira e leite de coco sem glúten



Ingredientes

Rende1 bolo médio
  • 1 kg de mandioca (macaxeira) descascada
  • 1 xícara de leite de coco
  • 1 1/2 xícara de água
  • 2 xícaras de açúcar
  • 1 pitada de sal
  • 1/2 colher (sopa) manteiga derretida
  • 2 ovos

Modo de preparo


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

24 Maneiras de usar o SAL de cozinha na limpeza:



Alguns dos produtos que costumam ser estocados no armário de comida também poderiam perfeitamente ser guardados no armário de produtos de limpeza. Vendidos a baixo custo, o vinagre, o limão e o bicarbonato de sódio estão entre os itens mais conhecidos que não podem faltar na cozinha e servem como aliados na hora da limpeza.

O que muita gente não sabe é que o SAL somado a esses produtos ou simplesmente diluído em água, também é um poderoso agente de limpeza. Usando o sal para limpar sua casa, você poupa seu bolso e a natureza de resíduos de produtos industrializados nocivos ao meio ambiente. Veja, a seguir, 24 receitas para usar o sal na limpeza diária de sua casa.


Sal puro

Algumas pitadas de sal de cozinha podem servir como desodorizadores eficientes ou evitar que manchas se fixem nos tecidos.
Para tirar o mau cheiro dos sapatos, especialmente dos tênis, coloque cerca de duas colheres de sal em cada pé e esfregue um pouco. Depois leve ao sol por 30 minutos.
O sal também pode ser usado para retirar o cheiro de cebola das mãos e das garrafas térmicas e "squeezers" que ficaram fechados por muito tempo. Basta aplicar uma quantidade suficiente de sal, esfregar um pouco e depois enxaguar.
Ferver o leite em vasilhames de alumínio deixa uma sujeira difícil de ser removida. Para facilitar sua tarefa, aplique um pouco de sal e deixe descansar por alguns minutos. Depois remova com uma esponja. A dica também é válida para ajudar na limpeza de ovos fritos que grudam nas frigideiras.
Logo depois de ter derramado alimentos gordurosos sobre tecidos, aplique um punhado de sal sobre a mancha para evitar que ela não se espalhe. O mesmo vale para acidentes com vinho sobre o sofá: aplique sal e deixe descansar por 15 minutos para que ele absorva o excesso da bebida.
Se tiver usado panelas de ferro para preparar alimentos gordurosos, polvilhe um pouco de sal, deixe descansar por alguns minutos e retire o excesso do sal com um papel toalha. Assim, a limpeza fica muito mais fácil. O sal também ajuda a retirar manchas escuras deixadas por chá e café nas xícaras de louça.

Sal + vinagre + farinha de trigo

Peças de decoração feitas de metal, estanho, bronze e cobre, bem como pias e maçanetas de portas podem ganhar brilho extra quando submetidas à limpeza com pasta de sal. Misture partes iguais de sal, farinha de trigo e vinagre e deixe de molho por três horas. Depois tire o sal com uma escova macia e passe um pano para lustrar.

Sal + amido de milho + água

O sal também pode poupar seu gasto com argamassa para tampar os indesejáveis buracos deixados pelos quadros. Isso porque uma pasta de partes iguais de sal, amido de milho e água é ideal para fechar buracos pequenos e rasos feitos nas paredes.


Sal + água

Para evitar que móveis fabricados em vime branco não amarelem, limpe com água salgada.
O sal afasta alguns insetos que podem sofrer desidratação ao entrarem em contato com ele. Prepare uma solução de sal com água e borrife nos cantos da casa para afastar formigas e outros insetos.
A água salgada também afasta traças. Se você tem tapetes de lã, a dica é limpar o chão onde fica o tapete com água salgada. Se quiser realçar as cores dos tapetes, passe um pano umedecido com água salgada sobre o tapete, seguindo o sentido das fibras.
Para evitar que o queijo meia-cura mof, enrole-o em um pano umedecido com água e sal antes de guardá-lo na geladeira.
Depois de lavar a louça, mergulhe a esponja em uma solução de água salgada para evitar que micro-organismos ali se desenvolvam. A dica também vale para as tábuas (de cortar pão, carne e legumes) de madeira. Depois de lavá-las, vale passar um pano embebido em água salgada. Além de ajudar a desinfetar a tábua, deixará a madeira mais bonita.
Jogue um pouco de água bem salgada no cano da pia da cozinha para evitar entupimentos causados pelo acúmulo de gordura.
Borrife água salgada na casinha dos cachorros e deixe agir por uma hora. Isso ajuda a afastar as pulgas.

Sal + óleo

Faça uma pasta oleosa com sal para retirar as temidas manchas de copos sobre as mesas de madeira. Faça na proporção de uma medida de sal para duas de óleo, de maneira que a pasta fique rala. Depois, passe um pano seco para retirar a pasta.
Em um vasilhame de plástico coloque uma colher de chá de sal e acrescente quatro colheres de chá de álcool e já estará pronto um poderoso tira-manchas de tapetes. Basta misturar bem a solução e aplicá-la sobre aquelas manchas gordurosas dos tapetes.
Errou na medida e viu sua torta trasbordar no forno? Borrife água salgada misturada à canela em partes iguais. A solução serve para eliminar o mau cheiro de comida queimada. Depois basta tirar o sal seco com uma escova macia e executar sua limpeza normal.


Sal + bicarbonato

Em um litro de água, acrescente uma colher de bicarbonato e uma colher de sal. Essa solução é ótima para limpar a geladeira, já que ajuda a eliminar maus odores sem o uso de produtos químicos.
Para tirar o amarelo das roupas de algodão e linho brancos, use as mesmas proporções da receita anterior. Desta vez, leve a mistura ao fogo e ferva as peças nessa solução.
Para ver sua prata mais brilhante, a mistura deve incluir três colheres de sal, três colheres de bicarbonato e um litro de água. Deixe sua prataria mergulhada nessa solução durante trinta minutos.

Sal + limão + vinagre

Vinagre, sal e limão não são só um delicioso tempero, como também um agente eficiente para eliminar manchas de mofo. Em uma solução com esses ingredientes em partes iguais, mergulhe as peças manchadas e leve diretamente ao sol e deixe secar. Só depois proceda a lavagem normal.
Para retirar manchas de suor das roupas, dissolva quatro colheres de sal em um litro de água e deixe as peças manchadas de molho por 3 horas.
Antes de plantar as mudas em seus vasos definitivos, deixe o vaso de molho em vinagre salgado e depois o enxágue bem com água corrente. Assim você evita o aparecimento de fungos.

fonte: Do mural de Li e gostei

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Pão de Batata sem Glúten

Pao sem Glúten, Receita

Ingredientes

  • 2 batatas grandes cozidas e espremidas quentes (em torno de 280grs)
  • 20grs de açúcar (1 colh. de sopa)
  • 40grs de margarina (2 colh. de sopa)
  • 1 tablete de fermento fresco (15grs)
  • 150ml de leite de soja
  • 200grs de farinha de arroz
  • 200grs de fécula de batata
  • 8grs de sal (1 colh. de sobremesa)
  • 3 ovos
Preparo
Misture bem o açúcar, a margarina, o fermento e o leite com as batatas espremidas. Depois acrescente as farinhas, o sal e os ovos. Misture bem.
Deixe descansar coberto com um pano por 20 minutos.
Pré-aqueça o forno por 10 minutos em 250graus.
Faça bolinhas e coloque na assadeira sem untar.
Abaixe o forno para 180 graus e asse os pães por 20 ou 35 minutos. Depende de cada forno.
Obs.: Esse pão pode ser esquentado no dia seguinte e fica muito gostoso. Como torrada também fica muito bom.

fonte http://www.vidasemglutenealergias.com/pao-de-batata-sem-gluten/1129/

Vacina contra intolerância ao glúten será testada em humanos: doença celíaca


glutem_celiaca


Uma vacina capaz de curar a intolerância ao glúten está mais perto, e poderá revolucionar a vida dos pacientes que sofrem de doença celíaca.
O medicamento poderá travar a reação do organismo à proteína, que está presente em quase tudo que é saboroso, como pão, massas, bolos e até salsichas. 
A vacina está sendo desenvolvida por uma companhia norte-americana, a Immusant Inc., e foi testada com sucesso em laboratório.
Em breve tertão início os ensaios em humanos.
A "NexVax2", como foi batizada, reprograma o sistema imunitário e evita que este desencadeie um ataque em resposta à ingestão de glúten. 
De acordo com o jornal britânico Daily Mail, o remédio, que deverá ser administrado por uma série de injeções, contém pequenos fragmentos das proteínas responsáveis pela reação excessiva do sistema imunitário durante o processo digestivo.
Elas vão "ludibriar" o organismo até que este passe a aceitar o glúten como não sendo prejudicial à saúde.
Os testes clínicos vão começar pelos EUA, Austrália e Nova Zelândia com mais de 100 pacientes.
Segundo um porta-voz da Immusant Inc., a companhia espera que a "NexVax2 reduza dramaticamente a resposta do sistema imunitário ao glúten, para que as pessoas retomem uma dieta normal e voltem a sentir-se saudáveis".  
A doença celíaca é uma doença autoimune que afeta milhões de pessoas todo o mundo.
Atualmente não há tratamento para a patologia, que, em reação à ingestão de glúten, provoca sintomas como vómitos ou diarreia, que podem durar vários dias, aumentando também o risco de osteoporose, infertilidade e câncer no intestino.
Com informações do Daily Mail.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

tirando dúvidas sobre a doença celíaca

Foto: Tirando dúvidas...

O que é Doença Celíaca?



O que é a doença celíaca?   

A doença celíaca é uma condição crônica que afeta principalmente o  intestino delgado. É uma intolerância  permanente ao glúten, uma proteína encontrada notrigo, centeio, cevada, aveia e malte. Nos indivíduos afetados, a ingestão de glúten causa danos às pequenas  protrusões, ou vilos, que revestem a parede do intestino delgado. Esta condição possui outros nomes, tais como espru celíaco e enteropatia glúten-sensível.

A doença celíaca é considerada uma desordem autoimune, na qual o organismo ataca a si mesmo.Os sintomas podem surgir em qualquer idade após o glúten ser introduzido na dieta.

Quais são os sintomas da doença celíaca?

Os sintomas intestinais incluem diarréia crônica ou prisão de ventre, inchaço e flatulência, irritabilidade, e pouco ganho de peso. Os pacientes podem apresentar atraso de crescimento e da puberdade, anemia da carência de ferro, osteopenia ou osteoporose, exames anormais de fígado, e uma erupção na pele que faz coçar chamada dermatite herpetiforme. A doença celíaca também pode não apresentar nenhum sintoma.

Como a doença celíaca é diagnosticada?

A doença celíaca pode levar anos para ser  diagnosticada. Os exames de sangue são muito utilizados na detecção da doença celíaca. Os exames do anticorpo anti-transglutaminase e do anticorpo anti-endomísio são altamente precisos e confiáveis, mas insuficientes para um diagnóstico.  A doença celíaca deve ser confirmada encontrando-se certas mudanças nos vilos que revestem a parede do intestino delgado. Para ver essas mudanças, uma amostra de tecido do intestino delgado é colhida através de um procedimento chamado endoscopia com biópsia (Um instrumento flexível como uma sonda é inserido através da boca, passa pela garganta e pelo estômago, e chega ao intestino delgado para obter  pequenas amostras de tecido).

Como é o tratamento da doença celíaca?

O tratamento consiste em evitar por toda a vida  alimentos que contenham glúten (tais como pães,cereais, bolos, pizzas, e outros produtos alimentícios, ou aditivos, que contenham trigo, centeio, aveia e cevada).  Medicamentos e outros produtos também podem conter glúten. Assim que o glúten é removido da dieta, a cura costuma ser total. Apesar da dieta sem glúten parecer extremamente difícil a princípio, algumas famílias tem tido muito sucesso com ela. É possível substituir as farinhas proibidas por fécula de batata, farinha de milho, amido de milho, polvilho doce ou azedo, farinha ou creme de arroz,  farinha de araruta ou  fuba´. Nutricionistas e grupos de apoio podem ajudar as famílias a se ajustar a essa dieta radical. Mesmo assim, pode levar vários meses até que elas se acostumem com a dieta sem glúten.

O que você pode esperar do tratamento?

Os pacientes podem começar a apresentar melhora 1 ou 2 semanas após o início da dieta. A intolerância à lactose causada pelo dano intestinal também diminui. Na maioria das pessoas, os sintomas desaparecem e a parede do intestino se recupera totalmente de 6 a 12 meses após o início da dieta sem glúten. Nas crianças, o crescimento  volta ao normal. Visitas regulares a um nutricionista e a uma equipe de profissionais de saúde com experiência no tratamento da doença celíaca são importantes para ajudar a manter a dieta e monitorar possíveis complicações.  Apesar de algumas pessoas serem capazes de voltar a consumir glúten sem sintomas imediatos, elas não “superaram” a doença celíaca, e não estão “curadas”. A dieta sem glúten deve ser seguida por toda a vida.

A doença celíaca é comum?

Estima-se que 1 em cada grupo de 100 a 200 pessoas nos EUA e na Europa tenha a doença celíaca ( no Brasil ainda não há um número oficial sobre a prevalência da DC, mas numa pesquisa publicada pela UNIFESP - 2005, em um estudo feito com adultos doadores de sangue, o resultado  apresentou incidência de 1 celíaco  para cada grupo de 214, moradores de São Paulo).

Quem corre o risco de contraí-la?  
As pessoas com maior risco de contrair a  doença celíaca são aquelas que têm diabete do tipo 1, doença autoimune da tiróide, síndrome de Turner, síndrome de Williams, ou parentes com a doença celíaca. Você pode ter a doença celíaca mesmo sem fazer parte de um dos grupos de maior risco.

Texto traduzido de material do Centro de pesquisa da doença celíaca da Escola de Medicina da Universidade de Maryland.

   


FENACELBRA  -  Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil - 

fonte: http://cozinhando-sem-gluten.blogspot.com.br/2012/05/o-que-e-doenca-celiaca.html

O que é a doença celíaca? 

A doença celíaca é uma condição crônica que afeta principalmente o intestino delgado. É uma intolerância permanente ao glúten, uma proteína encontrada notrigo, centeio, cevada, aveia e malte. Nos indivíduos afetados, a ingestão de glúten causa danos às pequenas protrusões, ou vilos, que revestem a parede do intestino delgado. Esta condição possui outros nomes, tais como espru celíaco e enteropatia glúten-sensível.

A doença celíaca é considerada uma desordem autoimune, na qual o organismo ataca a si mesmo.Os sintomas podem surgir em qualquer idade após o glúten ser introduzido na dieta.

Quais são os sintomas da doença celíaca?

Os sintomas intestinais incluem diarréia crônica ou prisão de ventre, inchaço e flatulência, irritabilidade, e pouco ganho de peso. Os pacientes podem apresentar atraso de crescimento e da puberdade, anemia da carência de ferro, osteopenia ou osteoporose, exames anormais de fígado, e uma erupção na pele que faz coçar chamada dermatite herpetiforme. A doença celíaca também pode não apresentar nenhum sintoma.

Como a doença celíaca é diagnosticada?

A doença celíaca pode levar anos para ser diagnosticada. Os exames de sangue são muito utilizados na detecção da doença celíaca. Os exames do anticorpo anti-transglutaminase e do anticorpo anti-endomísio são altamente precisos e confiáveis, mas insuficientes para um diagnóstico. A doença celíaca deve ser confirmada encontrando-se certas mudanças nos vilos que revestem a parede do intestino delgado. Para ver essas mudanças, uma amostra de tecido do intestino delgado é colhida através de um procedimento chamado endoscopia com biópsia (Um instrumento flexível como uma sonda é inserido através da boca, passa pela garganta e pelo estômago, e chega ao intestino delgado para obter pequenas amostras de tecido).

Como é o tratamento da doença celíaca?

O tratamento consiste em evitar por toda a vida alimentos que contenham glúten (tais como pães,cereais, bolos, pizzas, e outros produtos alimentícios, ou aditivos, que contenham trigo, centeio, aveia e cevada). Medicamentos e outros produtos também podem conter glúten. Assim que o glúten é removido da dieta, a cura costuma ser total. Apesar da dieta sem glúten parecer extremamente difícil a princípio, algumas famílias tem tido muito sucesso com ela. É possível substituir as farinhas proibidas por fécula de batata, farinha de milho, amido de milho, polvilho doce ou azedo, farinha ou creme de arroz, farinha de araruta ou fuba´. Nutricionistas e grupos de apoio podem ajudar as famílias a se ajustar a essa dieta radical. Mesmo assim, pode levar vários meses até que elas se acostumem com a dieta sem glúten.

O que você pode esperar do tratamento?

Os pacientes podem começar a apresentar melhora 1 ou 2 semanas após o início da dieta. A intolerância à lactose causada pelo dano intestinal também diminui. Na maioria das pessoas, os sintomas desaparecem e a parede do intestino se recupera totalmente de 6 a 12 meses após o início da dieta sem glúten. Nas crianças, o crescimento volta ao normal. Visitas regulares a um nutricionista e a uma equipe de profissionais de saúde com experiência no tratamento da doença celíaca são importantes para ajudar a manter a dieta e monitorar possíveis complicações. Apesar de algumas pessoas serem capazes de voltar a consumir glúten sem sintomas imediatos, elas não “superaram” a doença celíaca, e não estão “curadas”. A dieta sem glúten deve ser seguida por toda a vida.

A doença celíaca é comum?

Estima-se que 1 em cada grupo de 100 a 200 pessoas nos EUA e na Europa tenha a doença celíaca ( no Brasil ainda não há um número oficial sobre a prevalência da DC, mas numa pesquisa publicada pela UNIFESP - 2005, em um estudo feito com adultos doadores de sangue, o resultado apresentou incidência de 1 celíaco para cada grupo de 214, moradores de São Paulo).

Quem corre o risco de contraí-la? 
As pessoas com maior risco de contrair a doença celíaca são aquelas que têm diabete do tipo 1, doença autoimune da tiróide, síndrome de Turner, síndrome de Williams, ou parentes com a doença celíaca. Você pode ter a doença celíaca mesmo sem fazer parte de um dos grupos de maior risco.

Texto traduzido de material do Centro de pesquisa da doença celíaca da Escola de Medicina da Universidade de Maryland.




FENACELBRA - Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil - 

fonte: http://cozinhando-sem-gluten.blogspot.com.br/2012/05/o-que-e-doenca-celiaca.html

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Semana Mundial da Amamentação



De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano, mais de 10 milhões de crianças com menos de cinco anos morrem em todo o mundo por doenças que podem ser prevenidas e tratadas. Há várias intervenções preventivas e terapêuticas eficazes e de baixo custo, que podem ajudar a reduzir essas mortes e a principal delas é o aleitamento materno.
O Ministério da Saúde (MS) recomenda que até os seis meses de vida o bebê seja alimentado exclusivamente com leite materno para ter um crescimento forte e um desenvolvimento saudável. A amamentação é, também, reconhecida pelo MS como o primeiro direito da criança após o nascimento, que a recomenda até os dois anos de vida.
Na Bahia, a Secretaria de Saúde do Estado, por meio da área técnica da Saúde da Criança, tem como prioridade promover as ações e programas relacionados ao incentivo do aleitamento materno.
Campanhas de Incentivo à AmamentaçãoO Brasil comemora anualmente a Semana Mundial da Amamentação, entre 01 e 07 de agosto, e o Dia Nacional de Doação de Leite Humano, em 01 de outubro. As comemorações, juntamente com a Mobilização Social, configuram-se como um importante marketing social capaz de aumentar os índices de aleitamento materno, além de sensibilizar novas doadoras de leite humano e promover a redução da mortalidade infantil.



fonte: http://www.saude.ba.gov.br


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Um teste rápido e sensivel para detectar glúten nos alimentos



O glúten EZ Test ® é um kit muito fácil de usar que vai detectar rapidamente a presença de glúten em alimentos e bebidas. É suficientemente sensível para detectar os níveis de glúten a partir de  10 ppm. Este teste simples é pequeno e portátil o suficiente para uso em restaurantes ou em viagem... 

Saiba mais em 


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Teste sanguíneo poderá ajudar a distinguir entre alergias leves e severas ao leite de vaca


Uma nova pesquisa apresentada no último Encontro Anual da Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia dá os primeiros passos no desenvolvimento de um exame sanguíneo que poderá identificar quais crianças com alergia ao leite de vaca podem tolerar a ingestão de produtos e derivados do leite previamente submetidos à um processo de aquecimento intenso e quais possuem alergia severa à qualquer forma do leite, devendo exclui-lo totalmente da dieta.
Alergia ao Leite
Para crianças com alergia ao leite, a exclusão total do leite e todos os seus derivados têm sido o tratamento padrão adotado. No entanto, o grupo de pesquisadores responsável por este novo estudo já havia identificado anteriormente (2008) que boa parte destas crianças alérgicas poderiam consumir alimentos contendo leite, desde que submetidos previamente a um aquecimento alto (através, por exemplo, do cozimento do alimento). (vale lembrar que o estudo de 2008 foi conduzido em condições cuidadosamente monitoradas por médicos para garantir a segurança das crianças no caso de reações alérgicas, e portanto sob hipótese alguma deve ser testado ‘em casa’). A idéia é a de que o aquecimento excessivo do leite seria capaz de alterar a estrutura de alguns de seus peptídeos (frações pequenas das proteínas do leite) e portanto alterar as suas propriedades alergênicas.
Liderada pelo Dr. Hugh Sampson, da Mount Sinai School of Medicine em Nova Iorque, a equipe de pesquisadores agora descobriu que a capacidade de uma criança tolerar a ingestão de alimentos contendo leite porém previamente cozidos pode ser identificada através de um exame de sangue. Para isto, os pesquisadores utilizaram amostras de sangue de 41 crianças alérgicas ao leite e de 11 crianças não alérgicas para comparação. Dentre as crianças alérgicas, os pesquisadores já haviam determinado quais crianças eram tolerantes ao leite aquecido e quais eram totalmente alérgicas a qualquer forma de leite (o que foi determinado através de ‘desafios orais’, cuidadosamente monitorados por médicos).
A análise das amostras de sangue revelou características significativamente diferentes entre os dois grupos de crianças alérgicas, bem como uma maior afinidade da imunoglobunina E (IgE) aos peptídeos do leite entre as crianças com alergia severa. Se confirmados, estes resultados sugerem que exames serológicos poderão futuramente determinar quais crianças devem excluir totalmente o leite da dieta e quais podem consumi-lo após cozimento. Mais importante, eles permitirão identificar a severidade da alergia sem a necessidades de testes orais, onde o risco de uma reação alérgica severa pode ser alto.
Os resultados do estudo ainda são preliminares, e ainda não foram publicados na literatura científica, o que significa que devem ser considerados com extrema cautela. Mais pesquisas ainda são necessárias para que os padrões encontrados possam ser confirmados e a realização do exame recomendada de forma rotineira para crianças alérgicas. No entanto, caso sejam confirmados, isto significaria que bolos, biscoitos e mesmo pizza poderão em um futuro voltar a fazer parte do cardápio de muitas crianças alérgicas.
Referências: 
J, et al "CorrelatiWang on of IgE and IgG4 milk epitopes with different clinical phenotypes of milk allergy using microarray immunoassay" AAAAI 2010; Abstract 229. American Academy of Allergy, Asthma & Immunology.
Lin J, et al "Correlation of IgE affinity with different clinical phenotypes of milk allergy" AAAAI 2010; Abstract 89. American Academy of Allergy, Asthma & Immunology.
Citar fonte como: Revista Vida sem Glúten e sem Alergias, 2010 (www.vidasemglutenealergias.com)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Bolo maravilhoso de milho (receita sem glúten)

1 lata de milho verde, previamente escorrido
1 lata de flocos de milho pré-cozidos/milharina (usar a lata do milho como medida)
1 lata de açúcar (usar a lata do milho como medida)
1 lata de leite (substituir por leite de coco se tiver problemas com lactose) (usar a lata do milho como medida)
1/2 lata de óleo (usar a lata do milho como medida)
1 colher (sopa) de fermento em pó
3 ovos
50 g de coco ralado




 

Modo de Preparo
Bater tudo no liquidificador e colocar em uma forma untada com margarina e polvilhada com os flocos de milho pré-cozidos (milharina)
Assar em forno pré-aquecido em temperatura baixa até corar e que enfiando um palito, ele saia sem massa grudada

Obs: Os flocos de milho pré-cozidos da marca milharina da quaker não contém glúten
Se você comprar outra marca, certifique-se que na embalagem do produto contenha a informação "não contém glúten"

quarta-feira, 4 de abril de 2012

para Máquina de Pão



PANETTO - pão de forma sem glúten e sem lactose

( Receita de Raquel Benati )


Ingredientes: colocar na forma nessa ordem
(o copo-medida é de 300 ml)

2 claras
1 copo-medida de água ( use água morna em dias muito frios )
2 colheres de sopa de óleo
1 copo (copo-medida) de farinha de arroz
1/2 de copo (copo-medida) de polvilho azedo
1/2 de copo ( copo-medida ) de polvilho doce
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de chá de sal
2 colheres de chá de fermento biológico seco (ou 1 tablete de fermento fresco dissolvido com açúcar )
2 colheres de chá de vinagre de maçã
1/2 colher de chá de Goma Xantana ou 2 colheres de chá de CMC ( carboximetil celulose )
3 colheres de sopa de linhaça (pode-se usar a farinha de linhaça, batendo no liquidificador na hora de fazer o pão) - opcional

 Use a opção "ciclo básico" ( máquina Cadence ). Coloque a forma na máquina, ligue e ajude a misturar com uma espátula de silicone. Se for preciso, coloque mais água - a consistência da massa deve ficar parecendo uma massa de bolo bem "grossa". Feche a tampa e deixe a máquina trabalhar. Quando pronto, retire da máquina e deixe esfriar. Só fatie depois de completamente frio.

Obs:  Esse pão pode ser feito sem goma xantana/CMC : basta colocar mais uma clara na receita.


quarta-feira, 28 de março de 2012

Pãozinho de Batata sem glúten - Juliana Costa




Misture em uma tigela:
400 grs de batata cozida e espremida.
1 ovo
40 grs de açúcar
5 grs de sal
100 grs de margarina
1/2 copo de água morna

À parte misture:
1 xíc de farinha de arroz
1 xíc de polvilho doce
1/2 xíc de fécula de batata
1 colher de sopa rasa de fermento biológico seco
2 colheres de chá de goma xantana

Adicione as farinhas à primeira mistura e sove. Depois de fria, a massa fica bem firme pra fazer bolinhas e colocar numa forma untada e enfarinhada. Alguns eu recheei com ricota temperada. Para quem gosta de carne, minha mãe recheava com presunto passado no processador e catupiri. Deixei crescer, pincelei com ovo e coloquei no forno.
Observações sobre os pães: 
Cozinhei as batatas no microondas em saco plástico, sem água. Isso reduz a umidade da batata. Portanto, se cozinhar em água, cuidado com a quantia de água na massa.
Também pode ser feito com 30g de fermento biológico fresco (em tabletes ou comprados a granel) - fazer a "esponja", deixar crescer e acrescentar à massa.