sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Recomendações para reduzir o colesterol


Incluir alimentos integrais, que sejam fonte de fibras, pois as fibras servirão de substrato energético para as bactérias que povoam a flora intestinal e produzem ácidos graxos de cadeia curta, que servem para eliminar o colesterol, além de acelerar o trânsito do bolo fecal, impedindo que o colesterol fique circulando. O farelo de aveia é uma ótima fonte- usar 2 colheres sopa ao dia.

Frutoligossacarídeos, banana, cebola, alho, gengibre (colocar um pedacinho para cozinhar junto com o arroz), a parte branca da chicórea. Estas substâncias são alimento para as boas bactérias intestinais.

Incluir fontes de gorduras monoinsaturadas e polinsaturadas, que fornecem ácidos graxos essenciais como ômega 3 e ômega 6. Estes ácidos exercerão atividade antiinflamatória, melhorarão a fluidez das membranas celulares dos enterócitos:

- azeite de oliva extra virgem, óleo de gergelim prensado a frio;

- semente de linhaça e gergelim;

- oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas), que além dos ácidos graxos fornecerão minerais e vitaminas,

- peixes de água salgada: salmão, atum, bacalhau, sardinha;

- reduzir consumo de gorduras saturadas e trans (biscoitos, frituras, pratos prontos). Aumentar o consumo de vegetais e frutas que serão fonte de fibras, minerais, vitaminas e fitoquímicos
Aumentar o consumo de vegetais verde escuros (agrião, brócolis, couve, couve-flor, repolho, rúcula, nabo) que servirão como prebióticos e protetores hepáticos;

- Variar o consumo de proteína, variando a qualidade, alternando gado, peixe, frango, porco, peru;

- Incluir o consumo de ervas e especiarias para fornecer substâncias antioxidantes, destacando a ação antibacteriana e antifúngica de algumas espécies como alecrim, orégano, curry, gengibre, canela;

- Melhorar a hidratação, aumentando o consumo de água, chás de ervas;

- Reduzir o consumo de carboidratos refinados (arroz, macarrão, biscoitos) podendo estes serem substituídos por integrais;

- Incluir o consumo de abacate, por aumentar a produção de glutationa (fígado), pode preservar a glutamina que é nutriente essencial para reparo dos enterócitos.

NÃO FICAR MAIS DO QUE 3 HORAS SEM COMER NADA
EVITAR O CONSUMO DE MAIS DE 200 ml LÍQUIDOS COM A REFEIÇÃO

TIPOS DE GORDURAS
. Trans-saturadas: Presentes em batata-frita, margarina, salgadinhos e biscoitos.
. Gorduras Saturadas: Presentes em carnes gordas, laticínios, óleos vegetais após aquecimento e coco.
. Omega 6: Presente em óleos vegetais, sementes e nozes.
. Omega 3: Presente em peixes gordurosos como atum, sardinha, salmão, semente de linhaça.
. Gorduras Mono-insaturadas: Presentes em azeite de oliva, abacate, amendoim.

- use sal moderadamente para isso aumente o consumo de ervas e especiarias como cúrcuma, alecrim, sálvia, orégano, alho, curry, gengibre, tomilho;
- tome 6 a 8 copos de água por dia, respeitando o intervalo de ½ hora antes ou 2 horas depois das refeições;
- consumir chás de ervas como chá verde, carqueja, hortelã, camomila, erva cidreira, 3 a 4 xícaras ao dia;
- Sementes de linhaça, girassol e gergelim, devem ser moídas para melhor aproveitamentos, utilize em vitaminas;
- folhas verde escuras como: rúcula, repolho, brócolis, couves, agrião;
- Suco verdes à base de folhas de couve, salsinha e espinafre;
- Brotos de alfafa.

Suplementos indicados:

FLAX OMEGA 3: semente de linhaça dourada e moída : 1 colher de sopa ao dia;
ÓLEO DE PEIXE: tomar 2 cápsulas no almoço e 2 cápsulas no jantar;
Suco de frutas vermelhas (pomesteen forever) : tomar 1 cálice por dia;
ÓLEO DE ALHO (Garlic thyme): usar 4 cápsulas ao dia.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Hipotiroidismo

O que é HIPOTIREOIDISMO ?

Hipotiroidismo é a condição em que a quantidade de hormônios produzidos pela tireóide, em nosso organismo, está abaixo do normal.

Uma em cada 10 mulheres com mais de 65 anos apresenta sinais leves de hipotiroidismo.

A diminuição da quantidade de hormônios pode ocorrer devido a uma doença tiroideana congênita, após uma inflamação da tireóide, cirurgia de tireóide, tratamento da tireóide com iodo radioativo, após tratamento medicamentoso do hipertiroidismo ou por carência severa de iodo na dieta.

Normalmente, as pessoas com hipotiroidismo leve não apresentam sintomas.
Entretanto, alguns referem uma sensação de conforto ou de bem estar após tratamento com hormônio tiroideano.
Estudos realizados em pacientes com hipotiroidismo leve mostraram que muitos deles irão apresentar hipotiroidismo mais severo no futuro.

O hipotiroidismo é causado principalmente por uma inflamação da tireóide, chamada Tireoidite de Hashimoto. Esta doença auto imune faz com que o próprio corpo ataque a sua tireóide.

O exame em familiares pode revelar indivíduos com doença tiroidiana pois essas doenças tendem a ser hereditárias.


QUAIS SÃO OS SINTOMAS DO HIPOTIROIDISMO ?


Pessoas com hipotireoidismo leve não costumam apresentar sintomas nítidos ou os mesmos podem aparecer muito lentamente.

Com a piora do hipotireoidismo, as pessoas começam a sentir-se mais lentas, deprimidas, com frio, cansadas e perdem o interesse pelas atividades diárias.

Outros sintomas incluem pele seca, perda do brilho do cabelo, constipação, fraqueza muscular e aumento do fluxo menstrual.




O QUE CAUSA O HIPOTIROIDISMO


HIPOTIROIDISMO E O IDOSO
É muito comum a mulher, após 60 anos, desenvolver hipotiroidismo.
Os idosos, homens ou mulheres, são vulneráveis à diminuição da função tireoideana portanto, é importante o exame anual para determinação do nível do TSH após os 60 anos.

Alguns dos sinais ou sintomas comuns aos idosos, como cansaço, queda do cabelo, pele seca, constipação e perda da memória podem ser curáveis se forem relacionadas ao hipotiroidismo. Pessoas que trataram hipertirodismo quando jovens, apresentam maior chance de apresentar hipotiroidismo no futuro.

TIROIDITE PÓS PARTO
Aproximadamente 5 a 11% das mulheres após o parto apresentam a tireoidite pós parto e algumas delas podem evoluir para o hipotiroidismo, Muitos sintomas atribuídos ao período de depressão pós parto pode ser consequência do hipotireoidismo.


COMO É FEITO O DIAG
NÓSTICO ?

Como qualquer outra doença, é importante que você perceba precocemente os sintomas do hipotiroidismo. Entretanto, somente o médico pode afirmar com segurança se você tem a doença.
O seu médico pode examinar a sua história e exame físico, determinar a quantidade de hormônios da tireóide, o hormônio estimulador da tireóide (TSH) e os anti-corpos anti-tireóide no sangue.


COMO É FEITO O TRATAMENTO DO HIPOTIROIDISMO ?

O hipotiroidismo é tratado com comprimidos contendo hormônio tiroideano que a glândula não é mais capaz de produzir em quantidades suficientes
.
Desta forma, os sintomas do hipertiroidismo são corrigidos em algumas semanas, sendo que o tratamento de reposição hormonal é necessário pelo resto da vida.

No Brasil, existem vários fabricantes de hormônios tiroidianos. Alguns indivíduos podem se sentir melhor com uma marca do que com outra, portanto, é recomendável que se use sempre a mesma marca.

Alguns pacientes tomam mais ou menos comprimidos que o recomendado, buscando agilizar a cura da doença mas isso pode acarretar sinais ou sintomas de hipertiroidismo, com todas as suas conseqüências.

Você deve tomar o comprimido na dosagem exata que o seu médico recomendou.
Durante a sua vida, você pode precisar de quantidades diferentes do hormônio. Visite o seu médico regularmente para ter certeza que tudo está sob controle.


HIPOTIROIDISMO EM SITUAÇÕES ESPECIAIS

A dose de hormônio tireoidiano deve ser aumentada durante a gravidez, pois a mãe transfere parte do hormônio (LT4) ao feto.
Os idosos necessitam de menos hormônio, portanto, as doses devem ser ajustadas de acordo com a idade.

Outra indicação para o uso do hormônio tireoidiano é a reposição nos pacientes tratados de câncer da tireóide.Nestes pacientes, a dose necessária de hormônio tiroidiano é maior para diminuir ao máximo a concentração sanguínea do TSH.

O TSH elevado pode estimular o crescimento e a disseminação do câncer da tireóide. Para se manter sempre o TSH baixo é necessário repetir freqüentemente os exames de sangue.



FALTA OU EXCESSO DE HORMÔNIO DURANTE O TRATAMENTO DE REPOSIÇÃO

Se você estiver se tratando de uma doença que necessite a reposição hormonal e se você não estiver repondo adequadamente, os sintomas como cansaço, lentidão, sonolência, frio exagerado, dores musculares poderão surgir.

Além disso o seu nível do colesterol pode estar aumentado, aumentando o risco de obstrução das artérias.

Se você estiver consumindo uma quantidade excessiva do hormônio tireoidiano, você poderá sentir nervosismo, palpitações, insônia e tremores.

O excesso de hormônio tiroideano pode levar também a uma grande perda de cálcio do osso, aumentando o risco de fratura no futuro. (osteoporose)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Alimentos x Emoções

Banana: contra a ansiedade

Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina.
Quanto consumir: 2 unidades por dia

Mel: pura alegria

Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.

Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.

Abacate: amigo do sono


Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem.

Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.

Salmão: levanta o astral


Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato . O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina - substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central. Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.

Lentilha: afasta o medo


Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.
Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.

Nozes: mantém você concentrada


São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.
Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.

Chá verde: espanta o estresse

Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta.
Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.

Brócolis: deixa a mente esperta


É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.
Quanto consumir: 1 pires / dia.

Clorela: controla a preocupação

Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto.
Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula)

Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz


O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão a comida fica bem menor.

Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.

Gérmen de trigo: acaba com a irritação


Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.
Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.

Tofu: espanta o desânimo

O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental.

Quanto consumir: 1 fatia média / dia.

fonte:

Maria Clélia Silva Araújo

Amil Assistência Médica Internacional




domingo, 8 de agosto de 2010

receitas em glúten e sem lactose


TORTA DE FRANGO COM BATATA PALHA

1 peito de frango cozido e desfiado
3 CS de óleo
1 cebola
2 tomates
1/2 pimentão
Cheiro verde a gosto
Temperos a gosto
1 lata de creme de leite
1 lata de milho
200g de batata palha
100g de queijo fatiado
MODO DE PREPARAR:
Aqueça o óleo em uma frigideira e frite a cebola, o tomate e o pimentão (um por vez). Junte temperos a gosto (sal, tempero pronto, orégano e pimenta) e o frango cozido e desfiado.Deixe refogar um pouco.Desligue e acrescente o cheiro verde.
Coloque o creme de leite num refratário e por cima coloque o milho. Coloque o frango, a batata palha e cubra com o queijo fatiado e leve ao forno até derreter o queijo. Sirva com arroz branco.
Dica: Pode substituir o frango por atum, lingüiça ou camarão

TORTA CROCANTE
2 barras de chocolate ao leite
500g de flocos de arroz
2 latas de leite condensado
2 CS de margarina
1/4 xíc de chocolate em pó
chantilly e cerejas para decorar
MODO DE PREPARAR:
Derreta o chocolate em banho Maria ou no microondas e misture com os flocos de arroz. Despeje em uma assadeira redonda com aro removível untada com margarina e nivele para que fique uma superfície lisa. Cozinhe o leite condensado, o chocolate e a margarina até obter um brigadeiro mole, despeje sobre a massa de flocos de arroz e cubra com chantilly e cereja.

PUDIM DE LEITE DE CÔCO SEM LACTOSE
(Receita enviada por Raquel Benati)
6 ovos
2 vidros de leite de côco (400 ml)
2 xíc de açúcar
1 pitada de sal
MODO DE PREPARAR:
Bata tudo no liquidificador (coe as gemas para tirar a pele), despeje numa forma de pudim pequena (cerca de 20 cm de diâmetro), caramelada e asse em banho-maria por uma hora, em forno médio. Desenforme depois de gelado (esquente alguns segundos na trempe do fogão para amolecer a calda).

FLAN DE CÔCO SEM LACTOSE
400 ml de leite de côco (2 vidros pequenos)
¼ de xíc de mel
¼ de xíc de maisena ou fécula de batata
½ pacote de côco ralado adoçado (50g)
MODO DE PREPARAR:
Numa panela coloque o leite de côco,o mel ,o côco ralado e a maisena.Cozinhe em fogo médio mexendo de vez em quando,quando começar a engrossar baixe o fogo e mexa constantemente até engrossar.Coloque em tacinhas de sobremesa ,espere esfriar e leve a geladeira.

sábado, 7 de agosto de 2010

doenças auto-imunes

Veja quais são as doenças auto-imunes mais comuns

Artrite reumatóide: o alvo de ataque são os tecidos que revestem as articulações. Os principais sintomas são dores nas juntas, inchaço e sensação de rigidez nas articulações pela manhã. Atinge principalmente os dedos das mãos, punhos, joelhos, tornozelos e pés. A dor é simétrica, acomete os membros do lado direito e esquerdo.


Esclerose múltipla: o sistema imunológico causa lesões neurológicas graves e progressivas. Ao longo do tempo, a pessoa tem problemas de coordenação motora, redução da capacidade de visão e alterações na percepção sensorial. Entre outros sintomas, estão a sensação de cansaço, fraqueza nas pernas e problemas de memória.

Esclerodermia: os danos acometem as células que produzem o colágeno, substância que torna a pele elástica e que também está presente nas articulações. A doença atinge ainda pulmão, esôfago e rins. Entre os sintomas, estão o endurecimento da pele, aumento da sensibilidade dos dedos ao frio associado a dor e mudança em sua coloração (podem ficar brancos, azuis ou vermelhos).

Dermatite atópica: é uma inflamação cutânea crônica, clinicamente e histologicamente similar à dermatite de contato alérgica. Ela pode iniciar-se qualquer idade mas tem ocorrência em crianças (10 a 15%). São identificados pelo menos dois sub-tipos de dermatite atópica: um intrínseco (não-mediado pela IgE) e um extrínseco (mediado pela IgE). Isto desperta uma discussão sobre o papel dos alergenos como fatores desencadeantes da dermatite atópica, principalmante em crianças, onde o sub-tipo não mediado pela IgE prevalece.

Foi realizado uma revisão bibliográfica com enfoque em estudos in vitro e in vivo realizados recentemente e relacionados com a fisiopatologia da doença.

Os resultados mostram uma síndrome complexa que envolve diferentes estágios, iniciando pela forma intrínseca, evoluindo para a forma extrínseca e culminando com a forma auto-alérgica/auto-imune.

Referências: Allergy Clin Immunol Int: J World Allergy Org

Diabetes mellitus: é conhecida por diabete juvenil ou do tipo 1, pois seu diagnóstico ocorre na infância. É causada pela destruição auto-imune das células do pâncreas que secretam insulina. Sinais de alerta: sede excessiva, desejo freqüente de urinar, ganho de peso e cansaço.

Doença de Graves e tireoidite de Hashimoto: doenças auto-imunes da tireóide que causam sintomas distintos. Na doença de Grave, os anticorpos causam o hipertireoidismo, que deixa o paciente mais ansioso, com palpitações e tremor nas mãos, redução de peso e dificuldade de concentração. Na tireoidite de Hashimoto, a destruição na glândula tireóide causa o hipotireoidismo. Sintomas: cansaço, intolerância ao frio, depressão, ganho de peso, constipação e fraqueza.

Lúpus eritematoso: erupções avermelhadas se desenvolvem na face durante a doença. Pode atingir vários órgãos, incluindo o sistema nervoso central, os rins e o coração. Entre os sintomas, estão dor nas juntas, sensação de cansaço, anemia, rachadura na pele após exposição ao sol e depressão.

Psoríase: provoca alteração na multiplicação das células da pele, que se inflama. Surgem, então, placas avermelhadas principalmente no cotovelo, no joelho, no couro cabeludo e nas costas.

Vitiligo: provoca dano na produção de melanina, pigmento que dá cor à pele. O resultado disso são manchas brancas na superfície da pele, que podem aumentar com o tempo. Em alguns casos, ocorre estabilização.

Síndrome de Sjögren: o sitema imunológico provoca alterações nas glândulas lacrimais e salivares e nas mucosas do nariz, da vagina e do pulmão. Como conseqüência, o organismo parece secar. Sintomas: sensação de secura, redução da saliva, cansaço e inflamação pulmonar.

Doenças crônicas intestinais: as células de defesa se voltam contra o intestino, deixando a pessoa mais suscetível a inflamações. Sintomas: diarréia crônica, dor abdominal, náusea, cansaço, perda de peso, úlceras e dor nas articulações.

Doença celíaca: o dano é no intestino delgado e interfere na absorção de vitaminas. O paciente fica proibido de consumir glúten. Sintomas: dor e inchaço abdominal, diarréia crônica, perda de peso, anemia, gases, perda óssea, cansaço, depressão e dor nas articulações.

Fontes: Emília Sato (reumatologista da Unifesp) e Maria Fernanda Barca (endocrinologista do HC)

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Não perca a apresentação do grupo

BHAKTI SHAKTI Mantra Fusion


no próximo sábado, 07/08, às 16h

aqui na CASA VIVA

Av. Epitácio Pessoa, 172, lj 41

Shopping Embaré - fone 13 3238.4097

Entrada franca

CEMA - Aparelhos auditivos

HOSPITAL CEMA

Informem a quem necessite. Poderá ser de grande ajuda. Não há procura por aparelhos para deficientes auditivos no CEMA, em São Paulo.
O CEMA - Hospital especializado em otorrinolaringologi a - recebe aparelhos para deficiência auditiva pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e está ameaçado de perder a cota por falta de pacientes. Se você conhece alguém que precisa do serviço, encaminhe para o CEMA.
A pessoa passará por uma avaliação clínica e receberá o aparelho
gratuitamente.

CEMA - Hospital Especializado

Rua do Oratório, 1.369 - Moóca
São Paulo - SP

telefone: (11) 2602-4000 (11) 2602-4000

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Doe Sangue




Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.

O doador deve...
- trazer documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
- estar bem de saúde;
- ter entre 18 e 65 anos;
- pesar mais de 50Kg;
- não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem a doação.

Impedimentos temporários
- Febre
- Gripe ou resfriado
- Gravidez
- Puerpério: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias
- Uso de alguns medicamentos
- Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis

Cirurgias e prazos de impedimentos
- Extração dentária: 72 horas
- Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: 3 meses
- Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses
- Ingestão de bebida alcoólica no dia da doação
- Transfusão de sangue: 1 ano
- Tatuagem: 1 ano
- Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina

Impedimentos definitivos
- Hepatite após os 10 anos de idade
- Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas
- Uso de drogas ilícitas injetáveis
- Malária

Intervalos para doação
- Homens: 60 dias (até 4 doações por ano)
- Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano)

Doe sangue com responsabilidade
Você sabe o que é janela imunológica? É o período entre a contaminação da pessoa por um determinado agente infeccioso (HIV, hepatite...) e a sua detecção nos exames laboratoriais.

No período da janela imunológica, os exames são negativos, mas mesmo assim o sangue doado é capaz de transmitir o agente infeccioso aos pacientes que o receberem.

A sinceridade ao responder as perguntas do questionário que antecede a doação é importante para evitar a transmissão de doenças aos pacientes.

Nunca doe sangue se você quiser apenas fazer um exame para AIDS. Neste caso, procure um Centro de Testagem Anônima e gratuita.

Informe-se pelo Disque-Saúde: 0800-61-1997 ou pelos Centros de Testagem Anônima.

Cuidados pós-doação
- Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas
- Aumentar a ingestão de líquidos
- Não fumar por cerca de 2 horas
- Evitar bebidas alcóolicas por 12 horas
- Manter o curativo no local da punção por pelo menos de 4 horas
- Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Novos avanços no desenvolvimento de uma vacina para a doença celíaca

syringe

Ano passado publicamos uma matéria s obre as pesquisas desenvolvidas por um grupo de pesquisadores australianos, visando o desenvolvimento futuro de uma vacina para a doença celíaca. O artigo gerou bastante interesse, e há duas semanas estes mesmos pesquisadores publicaram uma nova descoberta, a qual representa um avanço significativo no desenvolvimento desta vacina. A notícia teve grande repercussão, tendo sido veiculada em diversos meios de comunicação nacionais e internacionais na semana passada. Nesta edição, explicamos a descoberta dos pesquisadores australianos, e o avanço que esta representa na investigação de um tratamento para a doença celíaca.

Nesta nova pesquisa, publicada na última edição da revista científica Science in Translational Medicine, os pesquisadores identificaram as três substâncias presentes na composição do glúten (3 peptídeos, ou seja, pequenos fragmentos protéicos) responsáveis pela resposta auto-imune desencadeada pela ingestão do glúten em portadores da doença celíaca. A identificação destes ‘peptídeos’ deverá facilitar o desenvolvimento de uma vacina que permita minimizar a reação ao glúten nestes pacientes.

Para chegar à este resultado, os pesquisadores australianos e colaboradores no Reino Unido estudaram mais de 200 portadores da doença celíaca. Durante a pesquisa, os pesquisadores solicitaram aos pacientes que consumissem pequenas porções de alimentos contendo trigo, cevada e centeio (ou seja, alimentos contendo glúten). Seis dias após o consumo, eles coletaram amostras de sangue destes pacientes, as quais foram testadas para verificar a reação imunológica à milhares de peptídeos presentes no glúten. A idéia era determinar qual (ou quais) fragmento do gluten seria o responsável pelo efeito ‘tóxico’ (desencadeando a reação auto-imune) normalmente observado em portadores desta condição. De todos os peptídeos testados, apenas cerca de 90 causaram algum tipo de reação. No entanto, destes 90, apenas 3 desencadearam reações imunológicas severas.

Segundo o Dr. Bob Anderson, responsável pelo desenvolvimento da pesquisa, o fato de que apenas 3 peptídeos presentes no gluten sejam os responsáveis pela maioria das reações facilita o possível desenvolvimento de uma vacina para tratar esta condição.

A descoberta é promissora, mas vale lembrar que ainda é necessário paciência até que um tratamento desta natureza esteja disponível. Segundo a presidente da Associação de Celíacos do Reino Unido, Sarah Sleet, a descoberta representa uma ótima notícia, mas a disponibilidade de um tratamento efetivo e seguro para a doença pode tardar ainda muitos anos.

Segundo o Dr. Bob Anderson, estudos envolvendo uma nova forma de terapia para a doença celíaca (um tipo de imunoterapia) baseados na descoberta serão em breve implementados. A idéia destes estudos é determinar se os pacientes celíacos poderiam tolerar a ingestão do gluten a partir de um tratamento de desensibilização com quantidades muito pequenas destes três peptídeos descobertos. Por enquanto, os portadores da condição devem manter uma dieta sem gluten de forma rigorosa e permanente, e aguardar os novos avanços.

fonte: http://www.vidasemglutenealergias.com/novos-avancos-no-desenvolvimento-de-uma-vacina-para-a-doenca-celiaca/1620/