quarta-feira, 30 de junho de 2010

O que é a gordura trans?

A gordura vegetal hidrogenada, presente em alimentos industrializados, aumenta o risco de doenças vasculares


Biscoito, salgadinhos, sorvete e margarina são uma bomba de gordura trans. Fotos: Alfredo Franco, Pedro Rubens e Luna Garcia/DEDOC

Desde 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) obriga todos os fabricantes a indicar no rótulo a quantidade de gordura trans presente nos alimentos. Por outro lado, o Ministério da Saúde também tenta acabar com a utilização dessa gordura, seguindo o exemplo de países como Suíça e a Dinamarca, onde ela é proibida. A perseguição tem um bom motivo. Estudos científicos comprovaram que essa gordura é extremamente prejudicial à saúde: além de aumentar os níveis de colesterol ruim, o LDL, também diminui a taxa de colesterol bom, o HDL. E isso significa elevar o risco de arteriosclerose, infarto e acidente vascular cerebral.

A gordura trans é o nome dado à gordura vegetal que passa por um processo de hidrogenação natural ou industrial. "Algumas carnes e o leite já têm essa gordura, mas em pequena quantidade. O que preocupa mesmo são as gorduras usada pela indústria", explica Samantha Caesar de Andrade, nutricionista do Centro de Saúde Escola Geraldo Horácio de Paula Souza, da Faculdade de Saúde Pública da USP. A gordura vegetal hidrogenada faz parte do grupo das gorduras trans e é a mais encontrada em alimentos. Ela começou a ser usada em larga escala a partir dos anos 1950, como alternativa à gordura de origem animal, conhecida como gordura saturada. Acreditava-se que, por ser de origem vegetal, a gordura trans ofereceria menos riscos à saúde. Mas estudos posteriores descobriram que ela é ainda pior que a gordura saturada, que também aumenta o colesterol total, mas pelo menos não diminui os níveis de HDL no organismo. Em geral, as gorduras vegetais, como o azeite e os óleos, são bons para a saúde. Porém, quando passam pelo processo de hidrogenação ou são esquentadas, as moléculas são quebradas e a cadeia se rearranja. Essa nova gordura é que vai fazer todo o estrago nas artérias. Esse processo de hidrogenação serve para deixar a gordura mais sólida. E é ela que vai fazer com que os alimentos fiquem saborosos, crocantes e tenham maior durabilidade. O grande desafio atual da indústria é encontrar uma alternativa mais saudável à gordura trans, sem que os alimentos percam suas propriedades.

A gordura trans não é sintetizada pelo organismo e, por isso, não deveria ser consumida nunca. Mas, como isso é quase impossível, o Ministério da Saúde determinou que é aceitável consumir até 2g da gordura por dia, o que equivale a quatro biscoitos recheados. Mesmo tendo isso em mente, um dos grandes problemas para o consumidor é conseguir perceber com clareza quanta gordura trans existe em cada alimento. "A Anvisa determinou que, quando uma porção do alimento possuir até 0,2% da gordura, o rótulo pode dizer que o produto não tem gordura trans, o que não é verdade", explica Samantha Andrade. Ou seja, se a embalagem traz os valores referentes à porção de dois biscoitos e esses contiverem 0,2g de gordura trans, o fabricante pode afirmar que o produto é livre dela. Mas, na verdade, se uma pessoa comer 20 biscoitos terá consumido os 2g da gordura. "Por isso, o melhor jeito do consumidor ter certeza do que está comprando é verificar a lista de ingredientes para checar se não existe gordura vegetal hidrogenada na composição do produto", ensina a nutricionista. Vale lembrar que os alimentos que mais contêm gordura trans são bolachas, pipocas de microondas, chocolates, sorvetes, salgadinhos e todos os alimentos que tem margarina na composição.

fonte:http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/gordura-trans-471120.shtml

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Ração Humana Vitalin

A Ração Humana VITALIN é um composto com diferentes tipos de ingredientes ricos em fibra. Controla colesterol e diabetes, aumenta a resistência orgânica, regula o intestino e ajuda na desintoxicação do organismo. A utilização da Ração Humana VITALIN auxilia no emagrecimento pois tem a função de estabilização do sistema digestivo e diminui a absorção da gordura. É importante destacar que a Ração Humana emagrece, desde que sejam feitos exercícios físicos regularmente.
Ração Humana
A Ração Humana Vitalin não contém glúten, e você encontra ela aqui na Casa Viva

Cereais e fibras Mãe Terra disponíveis em nossa loja


LIXO ELETRÔNICO A rota do lixo

Iniciativas de reciclagem e uma nova lei podem reduzir o impacto

nocivo do descarte de eletrônicos


Um celular novo, um televisor cheio de recursos, um notebook mais leve - depois de certo tempo, todos têm necessidade ou vontade de comprar novos produtos para substituir os que ficaram obsoletos. Surge, então, um problema: o que fazer com os eletrônicos antigos? É possível doá-los ou vendê-los. Mas na maioria das vezes o destino é o lixo. Com isso, a montanha de resíduos eletrônicos cresce em alta velocidade. De acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), o volume anual de eletrônicos descartados no planeta aumenta 40 000 toneladas todos os anos.

No Brasil, a luz amarela já se acendeu há algum tempo. O relatório da ONU critica a falta de estratégias do país para lidar com o problema. Depois de 19 longos anos de discussão, a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovada em março na Câmara dos Deputados. Pela primeira vez, uma lei distribui a responsabilidade sobre os resíduos entre fabricantes, governo e sociedade.

As empresas serão obrigadas a recolher e dar destino adequado a seus produtos, enquanto o governo e os consumidores não podem fazer descaso do assunto. A lei proíbe a eliminação de resíduos onde possa haver contaminação da água ou do solo. Ainda precisa passar pelo Senado e ser sancionada pela Presidência da República. Mas o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, acredita em sua aprovação.

CHUMBO NA ÁGUA
O principal problema do lixo eletrônico no país é que ainda não há a prática de dar a ele um destino específico. Poucos fabricantes têm um esquema para recolher produtos descartados. "O material vai parar em aterros sanitários junto com o lixo comum", diz Tereza Carvalho, diretora do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP). Como os aparelhos contêm metais pesados, como chumbo, níquel e cádmio, as consequências são terríveis para o ambiente.

Um exemplo está nos monitores e televisores de tubo. Com a popularização das telas de cristal líquido, eles são descartados aos milhares. Cada um contém, em média, 1,4 quilo de chumbo. Uma camada do metal fica logo atrás da tela, para proteger o ser humano dos raios catódicos emitidos pelo tubo de imagem. Se ingerido, o chumbo causa danos ao sistema nervoso e reprodutivo. Uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente limita a quantidade de metais perigosos nos novos monitores, mas não pune o lançamento do lixo tóxico no solo. Em março, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo multou a prefeitura de Bauru por irregularidades em seu aterro sanitário. A falha pode estar ligada à suspeita de contaminação por chumbo do Aquífero Bauru, que abastece mais de 200 cidades em São Paulo e Minas Gerais. Um relatório da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural da cidade apontou um nível de chumbo acima do permitido para os 14 poços monitorados.

RECICLAR É PRECISO
Algumas ONGs, fabricantes e operadoras de telefonia tomaram iniciativas para dar um fim apropriado ao lixo eletrônico. Um dos exemplos é o Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática (Cedir) da USP, inaugurado em dezembro.
Cedir, da USP: o centro pode evitar o despejo de 1 000 PCs por mês em lixões

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Palestra sobre acupuntura


“COMO A ACUPUNTURA PODE AJUDAR A EQUILIBRAR O ESTADO EMOCIONAL:

ANSIEDADE, EUFORIA, DEPRESSÃO, PÂNICO, MELANCOLIA, NERVOSISMO, ETC”

Com o Acupuntor David Roberto.

Ele é de São Paulo e Doutor em Acupuntura nível “A” Internacional pela WFAS, Federação Mundial de Acupuntura, cuja sede é em Beijing, China.


26/06/2010 - 16h

entrada franca

Aqui na

Casa Viva

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Teste revela os Refrigerantes que contêm substâncias que podem provocar Câncer e outras doenças



A Associação Pro Teste Consumidor analizou 24 marcas de refrigerantes e verificou que 7 possuem benzeno, uma substância cancerígena. Também foram encontrados alguns tipos decorantes que podem causar alergia e hiperatividade em crianças.

Também foi constatado que os refrigerantes possuem pouquíssimo valor nutricional, elevado teor de açúcar, adoçantes e uma grande quantidade de sódio.

A Pro teste também alertou para a quantidade de ácido fosfórico, presente nos refrigerantes à base de cola, que reduzem a absorção do cálcio e podem causar osteoporose.

Foram analisadas as seguintes marcas na versão tradicional, diet, light e zero: Aquarius Fresh, Aqua Zero, Coca-Cola, Dolly, Fanta, Grapette, Guaraná Kuat, H2OH!, Pepsi, Soda Antártica, Sprite e Sukita.

Veja os resultados:

Açúcar – O excesso de açúcar pode causar obesidade, diabetes e provocar cárie dental.

Refrigerantes com excesso: Coca-cola, Pepsi, Fanta, Sukita, Sprite e Soda Antártica.

Adoçante - excesso pode afetar o sistema nervoso. Não é recomendado que crianças ingiram adoçantes em excesso.

Refrigerantes com excesso: Aqua Zero Açúcar, Kuat Zero, Fanta Light, Soda Diet, Sprite Zero, Grapette e Grapette Diet.

Sódio – o excesso pode provocar hipertensão arterial (pressão alta)

Refrigerantes com excesso: Aqua Zero Açúcar, H2OH, Coca-Cola Light, Coca-Cola Zero, e todas as versões de Kuat, Fanta Laranja, Sukita, Soda, Sprite e Grapette.

Benzeno: Substância com alto potencial carcinogênico que, se consumida regularmente, pode causar tumores (câncer).

Os refrigerantes Sukita Zero e Fanta Light apresentaram os maiores teores e os refrigerantes Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita, também apresentaram benzeno, porém em quantidade um pouco menor.

Corantes: O corante amarelo crepúsculo pode provocar hiperatividade em crianças e o corante amarelo tartrazina possui um alto potencial alergênico.

Estes corantes foram enconrados no seguintes refrigerantes: Fanta Laranja, Fanta Laranja Light, Grapette, Grapette Diet, Sukita e Sukita Zero.

fonte: http://www.dietalight.net/2009/05/05/teste-com-refrigerantes-alerta-para-substancias-presentes-que-podem-provocar-cancer-e-outras-doencas/

Níveis de Triglicerídeos altos podem causar doenças no coração

Os triglicerídeos ou triglicérides é um tipo de gordura que circula na corrente sanguínea. Ele é produzido no fígado e transportados pelo sangue pelo VLDL e LDL.

Os níveis de triglicerídeos aumentam no nosso sangue quando ingerimos alimentos gordurosos e, principalmente, carboidratos como o açúcar e calorias em geral.

O excesso de triglicerídeos no sangue faz com que diminua a concentração de HDL, ou seja, o colesterol bom e eleve a concentração de LDL, colesterol ruim no sangue, aumentando o risco para doenças cardíacas.

Os níveis de triglicerídeos são considerados elevados quando os valores ficam acima de 200 mg/dL, que pode ser detectado em exame de sangue feito em jejum.

Os níveis altos de triglicerídeos, além de aumentar o risco de doenças cardíacas, pode causar pancreatite, hepatoesplenomegalia (aumento de do tamanho do fígado e do baço) e depósitos de gordura na pele (xantomas).

A Alimentação está diretamente associada ao tratamento eficaz do controlo dos níveis de triglicerídeos sanguíneo. Veja algumas dicas:

  • Evite o consumo excessivo de carboidratos simples como açúcar, mel, marmelada, doces em calda e doces em geral;
  • Controle o consumo de carboidrato complexo como massas, batatas, pães e biscoitos;
  • Evite frituras e alimentos gordurosos;
  • Bebidas alcólicas aumentam o nível do triglicerídeo sanguíneo, portanto, evite o consumo de bebidas alcólicas;
  • Aumente o consumo de fibras e alimentos integrais, eles ajudam, a reduzir os níveis do colesterol sanguíneo;
  • Frutas e verduras possuem fibras que ajudam a diminuir a absorção de gorduras no sangue;
  • Aumente o consumo de alimentos fonte de ômega-3, encontrado em peixes de águas profundas e frias (salmão, atum, bacalhau, arenque, cavalinha, sardinha, truta) e em menores concentrações na soja, castanha e óleo de canola. O ômega-3 é um grande aliado na redução dos níveis de triglicérides;
  • Atividade física é uma excelente aliada na redução dos triglicerídeos e aumento do HDL (colesterol bom).

terça-feira, 22 de junho de 2010

Produtos sem glúten da Sabor Vital disponíveis em nossa loja

Biscoitos
Mimosos
Ingredientes: farinha de milho, açúcar, margarina, ovos, goiabada, fermento químico e raspas de limão.
Pão de mel
Ingredientes: farinha de arroz, chocolate ao leite, mel orgânico, fécula de batata, chocolate meio amargo, açúcar, fécula de mandioca, margarina, ovos, cravo em pó, canela em p
ó, sal amoníaco e fermento químico.

Rosquinhas
Ingredientes: Fécula de mandioca, açúcar, margarina e ovos.
Sequilhos
Ingredientes: fécula de mandioca, açúcar, ovos e leite de coco.
Experimente outra opção de sabor: sequilho de chocolate


Pães

Pão de forma
Farinha de arroz, fécula de mandioca, ovos, vinagre, óleo de arroz, espessante: goma guar e carboximetilcelulose, açúcar mascavo, fermento biológico e sal marinho.
Pão de linho
Fécula de mandioca, farinha de arroz, ovos, linhaça, vinagre, óleo de arroz, espessante: goma guar e carboximetilcelulose, açúcar mascavo, fermento biológico e sal marinho.

Granola
Ingredientes: flocos de milho, açúcar mascavo, mel orgânico, passas pretas, coco seco, maçã seca, gergelim, castanha-do-Pará, linhaça e óleo de arroz.

Estudo sobre a flora bacteriana intestinal oferece novas possibilidades no entendimento e tratamento da doença celíaca

Um novo estudo publicado há menos de um mês no Journal of Leukocyte Biology sugere que a composição e balanço da flora bacteriana intestinal podem influenciar as reações imunológicas e inflamatórias observadas em pacientes celíacos. Se confirmada, a descoberta poderá trazer novas possibilidades no tratamento da doença celíaca.

doenca celiaca

Acredita-se que a doença celíaca – uma reação auto-imune ao glúten em pacientes geneticamente predispostos – afete de 0.5 a 1% da população (no Brasil, seriam portanto quase 2 milhões de pessoas). Quando os portadores desta condição ingerem glúten (uma proteína presente no trigo, cevada, centeio, aveia e malte), uma reação inflamatória no intestino delgado é desencadeada pelo sistema imunológico, a qual danifica as vilosidades intestinais responsáveis pela absorção de nutrientes. Os sintomas da doença são diversos (incluem por exemplo problemas gastrointestinais, anemia, dores de cabeça, fadiga, osteoporose, dentre outros) e o único tratamento é a eliminação permanente do glúten da dieta.

Embora esta seja uma doença de natureza genética, os mecanismos que levam à manifestação da doença em pessoas geneticamente predispostas ainda não são totalmente compreendidos. Algumas pesquisas indicam, por exemplo, que a exposição precoce ao glúten na dieta aumentaria a probabilidade de desenvolvimento da doença. Outras apontam que infecções virais enteropáticas poderiam favorecer a evolução da doença na infância. Além disso, alguns estudos também sugeriram que alterações na composição da flora bacteriana intestinal poderiam estar associados à doença.

Agora uma nova pesquisa desenvolvida por um grupo de pesquisadores espanhóis liderados pela Dra. Yolanda Sanz (Universidade de Valencia, Espanha) e publicada na edição de Maio da revista científicaJournal of Leukocyte Biology indica que alterações na composição da flora intestinal bacteriana pode influenciar as reações inflamatórias típicas da doença celíaca em vários graus. Os resultados sugerem assim que a manipulação da flora bacteriana – através por exemplo da ingestão de probióticos e prebióticos específicos – poderia em um futuro melhorar a qualidade de vida de pacientes celíacos, bem como de outros pacientes com doenças auto-imunes associadas, como no caso da diabete tipo 1. Segundo Yolanda Sanz, o estudo também poderá ajudar na compreensão dos mecanismos de ação da flora bacteriana em doenças auto-imunes.

Para chegar à estas conclusões, os cientistas usaram culturas de células de forma a simular o organismo de um paciente celíaco. Para simular o ambiente intestinal de um portador, estas células foram expostas à bactérias gram-negativas e à bifidobactérias, tanto sozinhas como na presença de gliadinas (proteínas chave na resposta inflamatória à presença de glúten). O que os pesquisadores puderam observar foi que as bactérias gram-negativas induziram uma produção maior de citocinas pró-inflamatórias do que as bifidobactérias. As bifidobactérias, ao contrário, causaram um aumento na produção de citocinas anti-inflamatórias. Neste sentido, a pesquisa sugerem que as bifidobactérias teriam o potencial de regular a resposta inflamatória produzida pela presença de glúten, reforçando também a função de barreira da mucosa intestinal.

Embora estes estudos ainda estejam em um estágio precoce e ainda precisem ser confirmados bem como passar por testes clínicos, segundo a pesquisadora Yolanda Sanz os resultados podem representar o primeiro passo para uma mudança em como a doença celíaca é tratada e até mesmo prevenida.

Referencia Bibliográfica: G. De Palma, J. Cinova, R. Stepankova , L. Tuckova and Y. Sanz. 2010 Pivotal Advance: Bifidobacteria and Gram-negative bacteria differentially influence immune responses in the proinflammatory milieu of celiac disease Journal of Leukocyte Biology. 87:765-778.

Fonte: Revista Vida sem Glúten e sem Alergias, 2010 (www.vidasemglutenealergias.com)

Biscotinhos Crocantes sem Glúten e sem Leite

biscoito sem gluten SEM LEITE SEM LACTOSE

Por Vera Irene Paim

Ingredientes

  • 90g de açúcar
  • 60g de farinha de arroz
  • 80g de polvilho doce
  • 100g de amido de milho
  • 60g de côco ralado em pacote (de preferência para o que vem úmido)
  • 160g de creme vegetal (margarina, sem leite)
  • 15g de fermento em pó
  • 20 gotas de baunilha

Preparo

Juntar todos os ingredientes numa tigela. Misturar um pouco com uma colher e depois misturar com a mão. Amassar até formar uma massa úmida e macia.

Abrir a massa aos poucos com as mãos ou com o auxílio de um rolo. Usar cortadores para cortar a massa. Pode também modelar com as mãos em bolinhas ou meias-luas.

Observações Importantes

  • Se modelar ou cortar em pequenos formatos, deixar no forno somente por 7 ou 8 minutos. Caso faça meias-luas ou bolinhas simples ou achatadas, deixar no forno por 15 ou 17 minutos.
  • Nos pequenos e mais finos formatos, o cozimento se processa mais rápido e nos maiores e mais espessos, o processo é mais lento.
  • A massa é delicada e cortar com cortadores muito grandes pode quebrar.
  • Se a forma for de teflon, não é necessário untá-la. Outro tipo de forma deve ser untada levemente com margarina e enfarinhada com farinha de arroz.
  • O forno deve ser previamente aquecido em temperatura de 250graus por 10 minutos e quando colocar os biscoitinhos, abaixe para 180graus.
  • Mantenha um relógio de cozinha ligado para anunciar o tempo de conclusão do cozimento. Caso verifique que ainda está branco embaixo, deixe mais um ou dois minutos. Vai depender do forno de cada pessoa.
  • O biscoito deve ficar levemente dourado por baixo e branquinho por cima
  • Retire da forma somente quando estiverem mornos para não quebrarem. Guardar em lata ou vidro bem fechado para não amolecer.
video
Vídeo (Preparação dos Biscoitos, clique sobre o vídeo para iniciá-lo).