sábado, 29 de maio de 2010

Meditação e Saúde

Por que é tão importante meditar?
Meditação é um dos caminhos do encontro consigo mesmo

Aos poucos a prática da meditação tem sido mais divulgada, conhecida e aceita. Apesar de fazer parte da humanidade há séculos, ainda hoje encontramos muitas pessoas que por falta de informação deixam de se beneficiar desta técnica milenar. Não podemos negar que o mundo hoje invade nosso cotidiano e até mesmo nossos momentos de descanso e prazer com pressões que se acumulam, tumultuando nossa mente, tornando assim cada vez mais difícil nos voltarmos para dentro de nós mesmos e visualizar a causa de nossas angústias.

Todos sabemos que as respostas para a maioria de nossas perguntas estão dentro de nós, mas as pessoas insistem em buscar as respostas fora, demorando cada vez mais para se encontrarem. E a meditação é um dos caminhos para esse encontro com nós mesmos. A prática da meditação nos ajuda a limpar a mente, amplia a capacidade de lembrança, proporcionando prodigiosos insights que podem ajudar a resolver os problemas. É como se alguém fizesse aparecer a idéia dentro de você - o que chamamos de insight. E tudo começa fechando os olhos, relaxando os músculos, tranqüilizando a respiração. Tão simples e tão poderoso! E algumas pessoas, infelizmente, alegam que não meditam por falta de tempo, mas se precisam ir ao médico, conseguem um tempinho, depois mais um tempinho para irem até a farmácia comprar remédios, que quase sempre são paliativos, quando possuem um recurso poderoso, que só dependem delas e ainda assim, vão tão longe. Mas isso nos faz refletir o quanto essa questão está totalmente relacionada com a falta de confiança em si mesmo. Como acreditar que pode se curar se não acredita em sua capacidade para conseguir coisas menores? É preciso refletir sobre essa questão.

Meditação e saúde

Uma nova área na pesquisa médica, denominada psiconeuroimunologia - a integração da mente com o sistema imunológico, tem obtido muitas curas. O relaxamento, visualização e meditação podem, com segurança e eficácia, ser utilizados para eliminar estresse, tensão, medos e fobias. Muitas doenças cardiovasculares são agravadas pelo estresse, pelo medo, pela exaustão - a necessidade de competir, de produzir mais e mais, de perseguir o sucesso, quase como condicionamentos persecutórios. A redução do estresse é um fator importante para a prevenção de doenças e a meditação pode reduzir o nível de estresse.

Na meditação é como se cada expiração expulsasse do corpo a tensão e os elementos nocivos, e a pessoa se deixa levar pela luz, que passa a envolver seu corpo, curando tudo, afastando a doença, fortalecendo.

Reserve, se possível, todos os dias, vinte minutos para a meditação. À medida que persistir, essa prática se tornará cada vez mais fácil. O importante é manter a regularidade para atingir níveis cada vez mais profundos de relaxamento. A meditação exercida com regularidade é um meio precioso para a recuperação e manutenção da saúde.

fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/comportamento_meditar.htm

Aprendendo a meditar com Lama Michel

video
clique play para assistir

Lama Michel Rinpoche nasceu em São Paulo em 1981. Aos cinco anos de idade encontrou-se pela primeira vez com Lama Gangchen Rinpoche e sua aproximação com o budismo tibetano tornou-se evidente.

Nos anos subseqüentes Lama Gangchen Rinpoche e outros mestres reconheceram Lama Michel como a reencarnação de um linhagem de Lamas tibetanos. A conexão de Lama Michel com o budismo aprofundou-se ao viajar a lugares sagrados no Tibete, Índia, Nepal e Indonésia.

Aos 12 anos, por decisão própria, tornou-se monge e passou a viver no Monastério de Sera Me, no Sul da Índia, onde dedicou-se ao estudo da filosofia budista tibetana. Sera Me é uma universidade monástica que conta hoje com quatro mil monges. Lama Michel, um dos únicos ocidentais a estudarem em Sera, destacou-se em seus estudos, destacando-se entre os primeiros de sua classe.

Em 1994 foi entronizado tanto no Monastério de Sera Me como no Monastério de Tashi Lhunpo do sul da Índia, reconhecido pela sociedade tibetana como a reencarnação de Guelong Wanguiela Lobsang Chöpel, que foi mestre e assistente de Gangchen Rinpoche no Monastério de Gangchen no Tibete; e de Drupchog Guialwa Samdrup.

fonte: http://www.centrodedharma.com.br/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=3

Veja esta semana no Programa Fronteiras da Ciência:


Dependência afetiva e a eficiência da meditação
com a terapeuta Maura Cabral

O programa vai ao ar ao vivo todos os domingos, 19h pela TV Santa Cecília, e é reapresentado aos sábados às 21h, e você também pode assistir ao vivo pela internet de qualquer parte do planeta acessando

A Casa Viva estará sorteando 1 frasco de farinha de feijão branco em cápsula
para os telespectadores que ligarem durante a programação.

O Professor Jadir Albino também apresenta ao vivo o Programa Fronteiras da Ciência na rádio
Saudade FM, 100,7 MHz, aos sábados, 8h.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Receita com feijão-branco emagrece e ajuda a evitar diabetes


Proteína presente no grão inibe o processo de digestão do carboidrato e retarda a absorção de açúcares no sangue.


Não há mais como separar a boa comida da comida saudável. Em um laboratório de nutrição e pesquisa no Rio Grande do Sul, os futuros chefes de cozinha e nutricionistas se revezam para criar pratos mais bonitos, gostosos e saudáveis.


Muitas vezes, eles trabalham juntos. É o caso do chefe Alexandre Bagio e da nutricionista e bioquímica Renata Ramos. Ele conhece os segredos para seduzir o paladar. Ela, o que os nutrientes podem fazer pela nossa saúde. E o que une os dois é o nosso feijão de cada dia.


“Ele dá para a população uma quantidade muito boa de proteína. Os feijões, de uma maneira geral, têm em torno de 20% de proteína. É uma grande quantidade”, explica a nutricionista Renata Ramos, da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos).


Infelizmente, os brasileiros estão comendo menos feijão. Mas os pesquisadores não param. Tentam descobrir novas propriedades nesse grão que faz tão bem a nossa saúde. A novidade da vez é o feijão-branco, aquele que a maioria de nós está acostumada a consumir apenas como salada. Maior e mais cremoso que os outros, acredite, ele emagrece.

“O feijão-branco ajuda a emagrecer, porque ele tem uma proteína de reserva. Não só o feijão-branco, os feijões todos têm, mas o feijão-branco é o mais utilizado para isso, para este fim. Ele tem uma proteína chamada faseolamina, e essa proteína é inibidora do processo de digestão do carboidrato. Então, ela retarda, inibe essa absorção de açúcares no sangue”, aponta a nutricionista.

Mas isso só acontece no nosso organismo, se ele for ingerido na forma de farinha, uma espécie de extrato de feijão-branco que é bem fácil de fazer em casa.

Depois de ser lavado normalmente, é preciso secar bem o feijão: no sol ou sobre o papel toalha. Nunca no forno. Porque, segundo Renata Ramos, o feijão só tem efeito emagrecedor se não for cozido. Mas atenção: como pode ser tóxico, o feijão só deve ser consumido cru em quantidades mínimas.

Depois, é só triturar no liquidificador e peneirar. Se quiser a farinha bem fininha, pode passar também no processador. É bom fazer em pequenas quantidades que para o extrato não fique velho e deixe de fazer o efeito desejado.

O efeito da farinha de feijão funciona mais ou menos assim: quando consumimos um prato cheio de macarrão, de 200 gramas, é como se tivéssemos consumido uma porção menor, de 160 gramas. Mas para isto acontecer, meia hora antes das refeições, é preciso ingerir uma colher pequena, rasa, de farinha de feijão diluída em água. É essa mistura que vai garantir que parte do carboidrato dessa refeição, cerca de 20%, não seja absorvida pelo nosso organismo. Então, é como se tivesse comido este prato, que é menor.

O estudo mais recente que comprova que a farinha de feijão ajuda a emagrecer foi feito pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Ao todo, 50 adultos obesos fizeram uma dieta saudável, mas apenas metade recebeu farinha de feijão antes das refeições. A outra parte, sem saber, recebeu farinha sem efeito.

Depois de oito semanas, quem ingeriu o extrato de feijão-branco estava, em média, 1,7kg mais magro e com o nível de triglicerídeos três vezes menor do que os que receberam só o placebo.

Mas outros estudos registram perdas de peso de até 4% em apenas 30 dias. O bom é que, além de emagrecer, o extrato de feijão-branco também ajuda a prevenir o diabetes.

A receita é uma colher rasinha em um copo d’água, duas vezes por dia, porque são duas refeições principais. “Não adianta consumir mais, porque não vai emagrecer mais. Você tem que comer é em torno de um grama por dia. Então, você pode pesar um grama e comer isso durante o dia”, sugere a nutricionista Renata Ramos.

“Se a pessoa consumir mais, ela pode ter diarreia, como efeito colateral. Ela pode ter problemas intestinais e náuseas. Então, ela tem que ter muito cuidado na hora de ingerir este extrato de feijão cru. Consumindo mais de um grama por dia, os efeitos são negativos”, alerta a pesquisadora.

No laboratório da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos), a ordem é não desperdiçar. O farelo que sobra na peneira quando se prepara a farinha de feijão também é utilizado.

O chef de cozinha Alexandre Bagio, da Unisinos, criou misturas saborosas. Quando faz pão, ele coloca água, fermento, sal, açúcar e a novidade: ele substitui um terço da farinha de trigo pela farinha de feijão.

“É um pão que realmente tem uma quantidade maior de proteínas e de fibras, quando você coloca essa farinha de feijão”, afirma a nutricionista Renata Ramos.

“Acrescido a isso, você tem o sabor e a textura que ele vai ganhar também. Ele ficou mais saboroso”, aposta Alexandre Bagio. “Ficou também mais saudável”, completa Renata.

O chefe de cozinha mostra ainda uma versão da nossa conhecida salada de feijão-branco que também ajuda a não engordar, só porque se come fria.

“Eu coloquei na salada o feijão-branco que é a base. Depois, entrou um molho vinagrete, com cebola, tomate, pimentão verde, salsão e um molho vinagrete de limão, com azeite de oliva, sal e pimenta do reino”, ensina o chefe.

“O interessante é que, quando a gente come feijão-branco frio, ele muda um pouco a sua composição. Ele, então, engorda menos. Quer dizer, se eu comer dessa maneira, frio, eu vou engordar menos do que se comer ele sob forma de uma feijoada, por exemplo”, diz a nutricionista.

Importante: a pesquisadora Renata Ramos, da Unisinos, aconselha a triturar no liquidificador pelo menos 250 gramas de feijão branco de cada vez, ou até mesmo o pacote inteiro, já que cada embalagem padrão vem com 500 gramas. Dessa forma, segundo ela, o impacto dos grãos no copo do liquidificador é menor, o que evita acidentes.


fonte: http://g1.globo.com/globoreporter/0,,MUL1215211-16619,00-RECEITA+COM+FEIJAOBRANCO+EMAGRECE+E+AJUDA+A+EVITAR+DIABETES.html

quarta-feira, 26 de maio de 2010

31 de maio - Dia mundial sem tabaco

No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer, INCA, desenvolveu peças promocionais para uma campanha com o slogan “Mulher, você merece algo melhor que o cigarro!”.

As peças trazem a imagem de flores como um contraponto ao cigarro. As flores representam proteção ao meio-ambiente, beleza e qualidade de vida, contrastando com o cigarro que representa desmatamento, envelhecimento precoce e problemas de saúde.

Fumante Passivo

O fumante passivo é aquele que absorve as substâncias do tabaco sem ser fumante, ou seja, ele apenas inala a fumaça de derivados do tabaco, como o cigarro, o charuto, o cachimbo e outros, através da convivência com fumantes, principalmente em ambientes fechados.

Fumante Passivo

O ar poluído pela fumaça do tabaco contém, em média, 3 vezes mais nicotina, 3 vezes mais monóxido de carbono, e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a tragada do fumante. Por isso, o tabagismo passivo é considerado a terceira maior causa de morte evitável no mundo, só perdendo para o tabagismo ativo e para o consumo excessivo de álcool.

O tabagismo passivo causa:

  • em adultos, um risco 30% maior de câncer de pulmão e 24% maior de infarto do coração do que os não-fumantes que não se expõem à fumaça do tabaco;
  • em crianças, maior frequência de resfriados e doenças respiratórias como pneumonia, bronquite e piora da asma;
  • em bebês, um risco 5 vezes maior de terem morte súbita.

Além dos efeitos mais profundos, os fumantes passivos também sofrem com reações imediatas do organismo ao tabaco, por exemplo, irritação nos olhos, tosse, dor de cabeça, incômodos na região nasal, piora de problemas alérgicos, infecções na garganta (amigdalites) e, em caso de maior sensibilidade, interferências da pressão arterial e dores no peito (angina).

fonte: http://www.tabagismoonline.com.br/tabagismo-e-voce/fumante-passivo/

domingo, 23 de maio de 2010

Apresentação do Grupo Bhakti Shakiti Mantra Fusion no último sábado,
22/05, na Casa Viva foi um sucesso.
Parabéns a todos pelo talento!!!!
Contato com o pessoal do grupo acesse

sábado, 22 de maio de 2010

Veja esta semana no Programa Fronteiras da Ciência:

Metafísica da Saúde
com o terapeuta Valcapelli

O programa vai ao ar ao vivo todos os domingos, 19h pela TV Santa Cecília, e é reapresentado aos sábados às 21h, e você também pode assistir ao vivo pela internet de qualquer parte do planeta acessando

A Casa Viva estará sorteando um pote de Ração Humana
para os telespectadores que ligarem durante a programação.

O Professor Jadir Albino também apresenta ao vivo o Programa Fronteiras da Ciência na rádio
Saudade FM, 100,7 MHz, aos sábados, 8h.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Dieta do Mediterrâneo

Gastronomia mediterrânea ajuda a prevenir doenças do coração e câncer


JORGE BLAT
da Folha Online

Uma alimentação saudável não cura uma doença, mas certamente ajuda a reduzir a possibilidade de contraí-la. Você acreditaria que uma dieta na qual pode-se comer pão, queijo, carnes, ovos e ainda por cima beber vinho todos os dias ajuda a prevenir doenças do coração, os cânceres de cólon e de seios, mantém baixos os níveis de colesterol e controla o seu peso?

Sim, ela existe, e há mais de quatro mil anos, na região do Mediterrâneo. Um prato típico desta culinária pode conter apenas 8% de gordura contra 25% ou até 35% nas refeições comumente consumidas em outros países ocidentais e do Leste Europeu . "A grande vantagem da dieta mediterrânea é que ela tem baixos níveis de gordura saturada, isto é, carece de carnes vermelhas e produtos lácteos gordurosos", afirma Maria Lúcia Garcia, presidente da Associação Paulista de Nutrição (Apan). Na representação da pirâmide nutricional da dieta (veja abaixo), as carnes estão no topo, o que significa que seguidores desse regime alimentar consomem esporadicamente carnes, uma vez ao mês.

Quanto ao clichê de que o consumo diário de pães e massas engorda, alimentos básicos na gastronomia mediterrânea, Garcia contesta: "pão e massas provêem de cereais, ricos em carboidratos, e não de gorduras animais". Cada grama consumida de proteína produz quatro gramas de calorias, enquanto que cada grama ingerida de gordura transforma-se em nove de calorias. "As massas são imprescindíveis porque fornecem bastante energia ao corpo, com baixa caloria. Nosso organismo necessita de 60% de energia, que vem na forma de hidratos de carbono presentes em massas e pães", acrescenta Garcia.

Os pilares que sustentam os benefícios da dieta mediterrânea são o azeite de oliva, o trigo, as verduras e os legumes. O consumo de azeite de oliva, por exemplo, que é um ácido gorduroso monoinsaturado, normaliza a taxa de colesterol no sangue, e, por consequência, inibe a formação da placas de gordura nas cavidades arteriais, o que reduz o risco do aparecimento de alguma doença cardiovascular.

Alguns ingredientes típicos da região do Mediterrâneo são importados pelo Brasil, mas aqui têm um preço elevado. Garcia sugere, por exemplo, que o azeite de oliva seja substituído por óleos de canola e girassol, que carecem de gordura saturada como o azeite.

Queijos e iogurtes devem ser consumidos à vontade, mas não todos os tipos. "É preferível comer queijos magros, como a ricota, que tem pouca gordura", afirma Garcia. Quanto à carne de porco, vale o mesmo princípio da vermelha: ingeri-la esporadicamente "e, de preferência, partes com poucas gorduras, como o lombo ou o filé mignon", afirma Garcia. O vinho tinto, que traz benefícios na circulação do sangue e é um dilatador cardiovascular, deve ser consumido diariamente com moderação, como acompanhamento das refeições.

A presidente da APAN diz que seria "bastante benéfico para o país que a nossa alimentação fosse inspirada na dieta mediterrânea". O hábito alimentar do brasileiro, centrado no consumo quase diário de carne vermelha, ganharia em qualidade e economia. "Diante das dificuldades econômicas que a população passa no dia-a-dia, a troca de carnes de vaca e de porco por galinha e peixe seria benéfica para a saúde", conclui.

Estudos na Universidade de Bordeaux, na França, em 1997, provaram que a alimentação com base na dieta mediterrânea pode prevenir em até 70% o risco de um segundo ataque cardíaco. O trabalho com 600 pacientes concluiu que a dieta é muito mais eficiente do que uma dieta considerada convencional na prevenção de ataque cardíaco e morte após um primeiro infarto.

A dieta convencional é rica em ácido linoléico (uma gordura poliinsaturada presente nos óleos vegetais de milho, soja, girassol e margarinas) e a dieta mediterrânea tem mais ácido oléico (gordura monoinsaturada presente no azeite de oliva e no óleo de canola).

Os pacientes que se alimentaram por meio da dieta mediterrânea por 27 meses tiveram uma incidência de infarto e morte 73% menor do que os que receberam a dieta convencional. O efeito protetor começa a ser observado dois meses após o início da dieta, o que sugere um efeito de prevenção na formação de trombos (coágulos) que bloqueiam totalmente a coronária.

Em outras pesquisas, tanto os ácidos graxos ômega 3, como os folatos, antioxidantes, proteínas vegetais e outras substâncias, presentes nos peixes, legumes, frutas e cereais, indicaram redução dos níveis de colesterol.

A Associação Americana de Cardiologia, porém, reconhece que a incidência de doenças cardíacas na região do Mediterrâneo é menor do que nos EUA, mas que outros fatores, como o estilo de vida, têm de ser levados em conta na análise de seus benefícios à saúde.

Pirâmide nutricional da dieta mediterrânea
Fonte: Oldways Preservation & Exchange Trust

A pirâmide da dieta mediterrânea foi desenvolvida após estudo realizado em 1960 sobre as tradições alimentares da ilha de Creta, na Grécia, e do sul da Itália. Os pesquisadores, na época, identificaram uma menor taxa de doenças crônicas e maior expectativa de vida dos habitantes destas regiões e avaliaram que a alimentação era fator importante na prevenção de doenças.

Variações desta dieta existem em todos os países banhados pelo Mediterrâneo. A pirâmide não é fundamentada somente no peso ou na quantidade de calorias que os alimentos contêm. Mas na combinação das porções a serem ingeridas e na indicação de quais comidas favorecem o estilo da dieta do Mediterrâneo.

Receitas

Penne com bacalhau , manjericão, tomates e azeitonas pretas

300 grs de bacalhau já limpo , dessalgado , cozido e desfiado
20 azeitonas pretas cortadas em quartos
8 folhas de manjericão grande rasgadas com a mão
4 tomates sem pele e sem semente em cubos
4 colheres de azeite
2 dentes de alho picado
500 grs de penne sal e pimenta a gosto

Cozinhe o penne em água abundante com sal até ficar ao dente . Escorra .Refogue o alho no azeite , junte o tomate , depois o bacalhau e deixe cozinhar ate que o tomate fique macio. Acrescente as azeitonas pretas e o manjericão . Misture o penne ao bacalhau ainda no fogo para que incorpore um pouco do molho . Arrume em uma travessa , ou em pratos individuais , decorando com manjericão grande

Salada de Trigo Integral em Grão

1 copo de trigo em grão
2 peitos de frango
100g de vagem cozida
¼ de xícara de vinagre balsâmico
2 dentes de alho esmagado
1 colher de chá de tomilho
1 colher de chá de óregano
1 colher de chá de alecrim
½ xícara de azeitona preta sem caroço

Salada verde

50g de queijo árabe (chanclich) esmagado
Cozinhe o trigo em quantidade elevada de água até amaciar (cerca de 40 min). Escorra, deixe esfriar e reserve. Cozinhe o frango em água e sal e corte-o em cubos. Deixe esfriar e misture ao trigo. Cozinhe a vagem picada em água e sal, por cinco minutos. Deixe esfriar. Misture ao trigo, coloque o alho, a vagem e as ervas. Incorpore o azeite aos poucos. Coloque as azeitonas e o tomate. Corrija o sal e a pimenta, colocando sobre a salada verde e polvilhe o queijo esmigalhado.

fontes: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/equi20000608_2.shtml

http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=guia_dietas&guia_id=9

quarta-feira, 19 de maio de 2010

biO2 - lanche saudável

biO2 barras, é a primeira linha de barras de cereais orgânicas certificadas do Brasil. Composto por um mix de frutas, castanhas e cereais orgânicos, cultivados de maneira sustentável, provenientes da Amazônia ao Sul do pais
Bio2 Açaí
  • sem adição de açúcar (adoçado com mel)
  • sem aromas
  • sem conservantes
  • rico em fibras
  • sem agrotóxicos
  • 0g de gorduras trans
  • não contém glúten
  • menos de 90kcal
  • sem xarope de glicose
  • embalagem ecológica
  • em 4 sabores: açaí, acerola, cupuaçu e goiaba

bolos sem glúten


BOLO DE FÉCULA DE BATATA
Ingredientes:
7 a 8 ovos;
2 copos ( requeijão ) de açúcar;
1 caixa ( 200 grs. ) de fécula de batata;
Raspas de limão;
Modo de preparo:
Bater as claras em neve e reservar. Colocar as gemas na batedeira e bater bem, acrescentar o açúcar, e continuar batendo até ficar esbranquiçada. Continue batendo e vá despejando a fécula com o uso de uma peneira, e depois as raspas de limão. Agora com uma colher de pau, misture delicadamente as claras em neve. Despeje uma camada em forma alta e grande, pois, quantos mais ovos usar mais o bolo crescerá. Recheie a gosto. Complete com outra camada. Este bolo não leva fermento em pó.



BOLO PETELECO
Ingredientes:
3 ovos;
2 xícaras ( chá ) de creme de arroz;
½ xícara ( chá ) de óleo;
2 xícaras ( chá ) de açúcar;
1xícara ( chá ) de leite quente;
1 colher ( sopa ) de fermento em pó;
Modo de preparo:
Bater tudo no liquidificador. Assar em forma untada e polvilhada com açúcar.
Variações/ sugestões:
Coloque essência de abacaxi;
Misture na massa 1 xícara ( chá ) de chocolate granulado;
Acrescente 1 xícara ( chá ) de chocolate em pó em uma parte da massa e faça um bolo mesclado;
½ xícara ( chá ) de nozes deixará a massa mais macia;
Pode ser usado para bolo recheado.


BOLO DE MANDIOCA
Ingredientes:
3 copos de mandioca crua ralada;
1 pacote de coco ralado;
3 claras batidas em neve;
2 xícaras de açúcar;
150 grs de margarina;
1 colher (sopa) de fermento;
Modo de preparo:
Em uma tigela misture a mandioca com o coco e reserve. Em outra tigela misture a clara batida em neve, a margarina e o açúcar. Bata bem até formar um creme. Misture aos poucos a mistura da mandioca com o coco. Adicione o fermento.
Unte uma forma com óleo e despeje a massa sem apertar. Leve ao forno por uma hora em fogo alto.

Bolo de Milho - clique para ampliar


BOLO DE FARINHA DE MILHO

Ingredientes:

4 ovos
2 copos de leite
2 copos de açúcar
1 copo de óleo
2 copos de farinha de milho
1 pacote de coco ralado
1 colher ( sopa ) de fermento

Modo de preparo:
Bater no liquidificador todos os ingredientes. Levar ao forno pré aquecido em assadeira untada e polvilhada com creme de arroz.
fonte:
http://www.acelbra.org.br/2004/receitas.php

terça-feira, 18 de maio de 2010

SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL

Cuidado Alimentar e Dieta para alívio da Síndrome do Intestino Irritável ( SII )

Um dia o intestino está preso. No outro, diarréia. Náuseas, dores de cabeça, fezes espedaçadas, sensação de insuficiência ao evacuar, distensão abdominal, dor e muitos gases. Tais sintomas podem indicar a Síndrome do Intestino Irritável, ou cólon irritável, uma desordem gastrointestinal comum na nossa população, pelo menos nos dias de hoje.

A disbiose intestinal, o estresse, a dieta inadequada, as alergias e intolerâncias alimentares, as alterações hormonais e o uso de medicação irritante, podem estar por trás deste transtorno que não tem como causa alterações estruturais do intestino, mas sim, da funcionalidade do mesmo. Assim, como os sintomas da síndrome (SII) podem ser confundidos com outras doenças, torna-se de extrema importância a avaliação do médico para o diagnóstico e o adequado tratamento.

O cuidado na alimentação é fundamental e é capaz de amenizar o desconforto causado. A sensibilidade a um ou outro alimento é individual e normalmente a dieta de exclusão pode ser indicada, ou seja, o nutricionista retira um alimento suspeito e observa se o paciente terá alívio dos sintomas. Porém, de forma geral, alguns alimentos parecem ser mais agressivos e por isto devem ser considerados suspeitos e retirados da alimentação para observação. São eles:

leite e os derivados que contiverem lactose (queijo minas, requeijão);
alimentos com cafeína: chá preto, chá mate, chá verde, café, chocolate, coca;
condimentos e especiarias: canela, pimenta, alho, cebola;
frutas cítricas: laranja, limão, abacaxi, maracujá;
alimentos muito gordurosos: frituras, amendoim, queijos amarelos;
refrigerantes, bebidas alcoólicas;
alimentos com glúten: pão, macarrão, bolo, biscoito;
alimentos ricos em sacarose: açúcar, doces;
algumas carnes, como a de porco.

Para o tratamento alimentar, o uso dos probióticos (microorganismo que melhoram a flora intestinal) está indicado. Este pode ser feito sob a forma de suplementos (sachês ou cápsulas) ou ainda na forma de iogurtes. As fibras, presentes nas frutas, nos vegetais, nos cereais e na forma de suplementos podem ser usadas na dieta, porém após avaliação da tolerância individual.

Deve-se ainda aumentar ingestão de alimentos ricos em Ômega 3 como os peixes de água gelada, especialmente os mais fáceis para se encontrar como salmão e sardinha. O uso dos alimentos ricos em cálcio como os “leites” de soja fortificados e as fontes de magnésio ( tofu, soja, tomate) além de chá que auxiliam a eliminação dos gases (melissa, camomila) podem auxiliar o tratamento que é complementado com cuidados com o sono, hidratação, prática da atividade física e diminuição do estresse.

fonte: http://www.nutricio.com.br/sindrome-intestino-irritavel.htm