sexta-feira, 16 de julho de 2010

Por que reduzir as sacolas plásticas?

A questão de abolir ou reduzir as sacolinhas no dia a dia ainda causa muita confusão, principalmente quando se refere ao seu uso como sacos para descartar o lixo

A campanha do Planeta Sustentável, lançada em agosto de 2009, pela redução das sacolas plásticas (você já clicou no nosso contador na home?) não é uma atitude isolada. No mundo todo, inclusive no Brasil, existe uma grande conscientização sobre o uso de descartáveis. Isso não significa que teremos que abandoná-los completamente, mas, sim, que é preciso assumir uma nova postura.

Novos hábitos de consumo são uma pequena parte do “famoso” processo de “adaptação” de que muitos cientistas falam quando vem a público falar das mudanças climáticas. Se você imaginou que esse seria um evento distante, relacionado a tecnologias avançadas e a fenômenos extremos da natureza, esta é a novidade. O processo já começou e inclui repensar até maneira com que você carrega suas compras.

O primeiro protesto de quem ouve falar em recusar sacolas plásticas é o questionamento sobre o acondicionamento do lixo de casa. Afinal, faz sentido substituir um plástico gratuito por outro que custa dinheiro? É especialmente por causa desse argumento e pelas condições precárias de saneamento no Brasil que a proposta, até então, é de reduzir, em vez de abolir.

Fernanda Daltro, coordenadora técnica da campanha “Saco é um saco”, do MMA - Ministério do Meio Ambiente, lançada no ano passado, concorda que a questão do saneamento no Brasil interfere na política de dependência de sacolas plásticas. “É perceptível. As experiências internacionais mostram que toda cidade que estabeleceu cobrança e banimento de sacolas tinha, como contrapartida, um sistema bom de coleta seletiva”, afirma.

TEORIA VERSUS PRÁTICA
Em um país em desenvolvimento, onde coleta de lixo ainda não é realidade em todo o seu território, é até compreensível que os consumidores optem pela opção gratuita e insustentável. Mas essa escolha, aparentemente esperta, não é nada consciente. Trata-se de uma opção individualista, visto que uma única pessoa não precisa investir na compra de sacos de lixo biodegradáveis à custa de um alto prejuízo coletivo ambiental. E, pior, o argumento se torna frágil à medida que a prática não condiz com a teoria.

Normalmente, ninguém vai ao supermercado fazer compras e pega uma única sacola, mas muitas, uma quantidade desnecessária e absurda que não tem utilidade. Por isso, o plástico fica entulhado em casa ou é usado para forrar a lata do lixo e, depois, vai para o aterro onde fica mais de 400 anos se desintegrando.

Estimativas do MMA apontam que, no país, são consumidas 33 milhões de sacolas por dia e 12 bilhões por ano. Será que é preciso tanto para descartar o lixo doméstico ou as pessoas estão perdendo o controle sobre o acúmulo de sacolas? Aliás, é necessário gerar tanto lixo? Se houvesse menos descarte, não haveria necessidade de usar tantas sacolas descartáveis.

Produzir sacolas plásticas demanda extração e refino de petróleo que resultam em muitas emissões e impactos na flora e na fauna. Depois de usadas, elas poluem as águas, matam os animais que as ingerem, entopem bueiros - dificultando a drenagem das águas da chuva – e causam problemas nos aterros, como a impermeabilização dos solos e o revestimento de material orgânico que, na ausência de oxigênio, em vez de biodegradar, apodrece, gerando metano.

Não é melhor optar pelos sacos de lixo ecológicos, desde que não sejam oxibiodegradáveis? No mínimo, o que todo cidadão pode fazer é colocar a maior parte das compras em ecobags e pegar uma única sacola plástica para acondicionar o lixo, não? A prática mostrará como é fácil alterar um hábito ainda tão nocivo. Neste ponto, Fernanda dá, ainda, outra dica.

“Sempre que puder gastar parte do dinheiro comprando saco de lixo, que opte pelos feitos de material reciclado. Os pretos normalmente são feitos material reciclado e isso é uma vantagem ambiental porque eles não demandam novos recursos e porque alguma parte de resíduo plástico que iria pra natureza está voltando para o processo produtivo na forma de saco de lixo”. Mas atenção! Nem todo saco preto é feito de material reciclado. As informações podem ser encontradas nos rótulos.

E você? Já aderiu às sacolas retornáveis ou ainda está viciado nas sacolinhas plásticas? Comente.

fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/por-que-reduzir-sacolas-plasticas-546325.shtml

Massagem terapêutica

TuiNa Tui-Na
Tui-Na a milenar massagem terapeutica chinesa em Sao Paulo - SP - Brasil
Tui-Ná ou Tui Na ou Tuina são os nomes pelo qual é conhecida a milenar massagem terapêutica chinesa.
  • O Nei-Ching descreve as teorias básicas da medicina chinesa, como o yin e o yang, os cinco elementos, os orgãos (zang-fu), os canais de energia, a energia vital (Qi), o sangue (xue) e os líquidos corpóreos, a etiologia, a patologia, os métodos de diagnóstico e as diferentes síndromes, assim como o conhecimento fundamental sobre pontos de acupuntura.

  • A teoria do yin-yang sustenta que todo fenômeno ou coisa no universo conserva os aspectos opostos: yin e yang, que se encontram em contradição e interdependência .A relação entre yin e yang é a lei universal do mundo material . Ë amplamente usada na medicina tradicional chinesa para explicar a fisiologia e patologia do corpo humano, além de servir como guia de diagnóstico e tratamento no trabalho clínico.

  • A natureza de uma coisa só existe por comparação do yin e o yang. Sob certas circunstâncias ela pode mudar, pois não é absoluta, é relativa. Desse modo, existem situações em que o yin está dentro do yin, yang dentro do yang, yin dentro de yang e yang dentro de yin.

  • No desequilíbrio há o predomínio de um deles. Este fator é o que causa as doenças. Por exemplo:

    - Aumento do yin consome o yang ou uma debilidade do yang conduz ao domínio do yin, e nesses casos, se origina a síndrome do frio.

    - Aumento do yang consome o yin, ou a debilidade ou fraqueza do yin propicia o predomínio do yang, e nesses casos, se origina a síndrome do calor.

  • Os métodos de tratamento deverão ser dirigidos a corrigir esse desequilíbrio yin-yang.

  • Conceito único : o corpo é um todo , e o propósito do tratamento é reajustar o yin e yang , promover a circulação da energia (Qi) e do sangue.

  • Na medicina tradicional chinesa estão relacionados firmemente os aspectos mentais, emocionais e doenças físicas. Tanto o diagnóstico como o tratamento levam em conta a pessoa global.

  • Existe uma interdependência entre o homem e a natureza (ambiente natural, clima, condições geográficas); a relação patologia x fisiologia x correlação homem e o meio ambiente são consideradas e classificadas de acordo com os 5 elementos.

  • Desde aproximadamente 400 A.C., os chineses tem utilizado outro conjunto de conceitos em sua tentativa de compreender o mundo. Trata-se da teoria dos Cinco Elementos (ou Cinco Movimentos) constituído por: Água, Madeira, Fogo, Terra, Metal. E que são vistos como 5 propriedades inerentes a todas as coisas, e que constituem o mundo material. Determinam o estado de troca e movimento na relação de geração e destruição ou dominância e contra-dominância.

  • A geração dos 5 elementos estabelece um círculo contínuo em que cada elemento é sempre gerado (filho) e é gerador (mãe). A geração implica controle e inibição mútua, e desse modo há o crescimento porque se opõe mas cooperam entre si. A inter-dominância em excesso é um ataque quando o outro é fraco. Contra-dominância indica atropelo. Ela vai pelo oposto da dominância.

    fonte:http://www.tui-na.lumic.com/teoria_tui%20na.htm

  • quinta-feira, 15 de julho de 2010

    Brigadeiro sem Glúten e sem Lactose

    brigadeiro sem gluten sem lactose


    Ingredientes

    • 1 lata de leite condensado de soja
    • 2 colheres de sopa de cacau em pó (a quantidade pode variar um pouco de acordo com seu gosto pessoal)
    • Para cobertura: chocolate granulado sem glúten e sem leite (encontra-se em supermercados) ou côco ralado

    Preparo

    Misturar o leite condensado de soja com o cacau em pó em uma panela e levar ao fogo, mexendo sempre para não formar grumos. Quando a massa engrossar e começar a desgrudar do fundo da panela, está no ponto. Deixar esfriar um pouco e enrolar em pequenas bolinhas. Passar as bolinhas no chocolate granulado ou no côco ralado. Bom proveito!

    fonte: http://www.vidasemglutenealergias.com/brigadeiro-sem-gluten-e-sem-lactose/1557/

    segunda-feira, 12 de julho de 2010

    TORTA SOFISTICADA DE FRANGO (sem glúten)

    (adaptação de receita da culinarista Palmirinha)
    Massa:
    4 xíc de batatas cozidas e espremidas com sal
    3 CS margarina
    3 CS de maionese
    1 xíc de farinha de milho

    MODO DE PREPARAR A MASSA:

    Num refratário, coloque a batata cozida e espremida, a manteiga, a maionese, a farinha de milho passada pela peneira. Misture com uma colher. Coloque em uma assadeira de fundo falso removível (utilize uma colher para espalhar a massa) untada e polvilhada com farinha de milho passada pela peneira. Sobre a massa, coloque o recheio e, a seguir, a cobertura. Leve ao forno a 180º por aproximadamente de 15 a 20 minutos.

    Recheio:

    1 peito de frango cozido e temperado
    Uma lata de ervilha
    Molho de tomate

    MODO DE PREPARAR O RECHEIO:

    Desfie o peito de frango, refogue-o com um pouco de molho de tomate, acrescente as ervilhas e espere esfriar.

    Cobertura:
    1 lata de creme de leite
    1 gema
    2 CS de queijo ralado

    MODO DE PREPARAR A COBERTURA:
    Numa tigela misture o creme de leite com metade do soro e o queijo ralado.


    Produtos sem glúten Casarão disponíveis em nossa loja

    Rosquinhas de leite de soja 120g - Casarãorosquinha de leite de soja
    Rosquinhas de coco 120g - Casarãorosquinha de coco
    Nhoque de Arroz 500g - Casarãonhoque de arroz, mandioca e milho
    Macarrão de arroz Spaguetti com ovos 500g - Casarãoespaguete com ovos e sem ovos
    Macarrão de arroz sem ovo  fusilli 500g - Casarãofusili com ovos e sem ovos
    Cookies de chocolate com gotas de chocolate 120g - Casarãocookies com gotas de chocolate

    quinta-feira, 8 de julho de 2010

    Anvisa encontra agrotóxicos de alto risco para saúde humana em quase 30% dos alimentos.

    Dados divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram que agrotóxicos de alto risco para a saúde humana, não autorizados pelo governo federal para determinados alimentos, estão sendo usados em várias culturas agrícolas brasileiras.

    De acordo com levantamento do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), em 15 das 20 culturas analisadas foram encontradas substâncias que estão em processo de reavaliação toxicológica na Anvisa devido aos seus efeitos negativos na saúde das pessoas.

    “Encontramos agrotóxicos, que estamos reavaliando, em culturas para os quais não estão autorizados, o que aumenta o risco tanto para a saúde dos trabalhadores rurais como dos consumidores”, afirmou o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano, por meio de nota.

    Ao todo, das 3.130 amostras coletadas, 29% apresentaram algum tipo de irregularidade: resíduos de agrotóxicos acima do permitido e/ou ingredientes ativos não autorizados para aquela cultura. Pimentão, com 80% das amostras insatisfatórias; uva, com 56,4%; pepino, com 54,8%, e morango com 50,8%, foram as culturas mais problemáticas. O melhor resultado foi o da batata, com irregularidades em apenas 1,2% das amostras analisadas.

    Segundo a Anvisa, as reavaliações toxicológicas são feitas sempre que há algum alerta nacional ou internacional sobre o perigo dessas substâncias para a saúde humana. Apesar de serem utilizadas em muitas plantações brasileiras, outros mercados não aceitam resíduos de muitos agrotóxicos e, por isso, eles não entram nas áreas de produção para exportação.

    Algumas das substâncias que estão sendo reavaliadas, como endossulfan, acefato e metamidofós, já foram proibidas em vários países, mas estavam presentes em muitas das amostras coletadas. “São ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer”, afirmou Barbano.

    Texto: Danilo Macedo
    Fonte: Agência Brasil

    Publicado em: 25/06/2010

    Bolo Nega Maluca sem glúten e sem leite

    bolo_chocolate_sem_gluten

    Esta é uma receita maravilhosa de Bolo de Chocolate Nega Maluca, sem glúten e sem leite. É ótima para festas de aniversário e reuniões também. Não deixe de experimentar


    Ingredientes

    • 4 ovos
    • 130g de açúcar (1 xíc. de chá)
    • 220g de farinha de arroz
    • 50g de polvilho doce
    • 5g de goma xantana (ou mix de goma guar + xantana:
    • 130g de chocolate em pó (1 xíc. de chá)
    • 1 pitada de sal
    • 200ml de óleo de milho ou canola
    • 200ml de água
    • 18g de fermento em pó

    Recheio e cobertura:

    • 260g de açúcar
    • 100g de chocolate em pó
    • 120g de margarina
    • 1 caixa de creme de leite de soja (200g)

    Preparo da massa do bolo

    bolo_chocolate_sem_gluten_ii

    Bater os ovos com o açúcar até ficar uma gemada bem cremosa. Bater bastante (a gemada cresce e fica bem aerada).

    Colocar em seguida todos os ingredientes na batedeira, menos o fermento em pó, e bater para misturar bem. Desligar a batedeira, colocar o fermento em pó, misturar um pouco e depois bater com a batedeira por alguns segundos, para que o fermento fique bem integrado à massa.

    Despejar numa forma untada com margarina e polvilhada com farinha de arroz.Assar em forno médio (180 graus) por 40 minutos.

    Preparo do recheio do bolo

    bolo_chocolate_sem_gluten_iii

    Bater os três primeiros ingredientes na batedeira até formar um creme. Por último colocar o creme de leite de soja e bater mais um pouco.

    Quando o bolo estiver frio, cortá-lo em duas ou três camadas e recheá-lo com esse creme.

    Colocar o restante do creme por cima do bolo e espalhar chocolate granulado sem glúten (encontra-se em supermercados) ou se quiser pode enfeitar com morangos frescos.

    fonte: http://www.vidasemglutenealergias.com/bolo-nega-maluca-sem-gluten-e-sem-leite/1540/



    sábado, 3 de julho de 2010

    Energia Solar Fotovoltaica no Brasil


    O mercado de energia solar no Brasil está se desenvolvendo a passos muitos curtos, isso porque os custos de instalação ainda são altíssimos em comparação as demais formas de energia disponíveis, além disso, o Brasil é um país auto-sustentável em energia elétrica o que dificulta ainda mais a aquisição de incentivos fiscais para uma energia tão cara.

    A energia hidrelétrica que hoje vem sendo usada, corresponde a 80% do parque gerador brasileiro, seguido pela termelétrica, nuclear e renováveis, com apenas 5% de participação e desses, apenas 1,5% corresponde a geração por energia solar, em números, isso representa apenas 18MW de energia solar fotovoltaica instalado.

    Outro grande problema que enfrentamos é a confusão entre energia solar térmica (aquecimento de água) e a solar fotovoltaica (geração de eletricidade). A primeira, é muito promissora para o Brasil, pois existe uma vantagem econômica em usar aquecimento solar em substituição ao uso do gás ou eletricidade. Sua instalação inicialmente é cara, mas o custo acaba sendo zero porque a eletricidade necessária para manter os chuveiros é alta.

    O aquecimento de água via energia solar é uma das atividades que mais crescem no país, pois está sendo muito estimulada, a cidade de São Paulo é um exemplo disso, a Prefeitura tornou obrigatória a instalação de coletores solares. Essa lei ainda não foi regulamentada, mas com alguns anos em vigor, será possível colher os resultados satisfatórios.

    Uma casa com 3 moradores de classe média teria um gasto médio aproximado de R$ 3.000,00 para instalar um sistema de aquecimento, além do mais, os bancos estão proporcionando linhas de crédito para este tipo de instalação.

    A energia solar fotovoltaica não é tão simples, além de mais cara, ainda não é vista como deveria, não há regulamentação, incentivos fiscais ou financiamento competitivo para sua aquisição, enquanto que em países como Alemanha, Espanha e outros, onde parte da energia é importada, existe regulamentação, incentivos fiscais e mais, o excedente produzido pode ser vendido para as concessionárias gerando lucro para pagar todo o financiamento do sistema.

    Energia solar fotovoltaica é a energia obtida através da conversão direta da luz solar em eletricidade de corrente contínua 12VCC, isso ocorre pelo efeito fotovoltaico que se caracteriza pelo aparecimento de uma diferença de potencial (ddp) nos extremos de um material semicondutor (a célula fotovoltaica), produzida pela absorção da luz solar.

    A célula fotovoltaica é a unidade básica necessária para esta conversão, a união dessas células conectadas em arranjos onde há produção de tensão e corrente suficientes para a utilização dessa energia, é chamado painel solar (módulo solar). O agrupamento de painéis ou módulos solares e de outros equipamentos (baterias, inversores e controladores de carga) relativamente convencionais, que transformam ou armazenam a energia elétrica de forma a permitir sua utilização nas várias aplicações finais, recebe o nome de sistema fotovoltaico.

    Os sistemas fotovoltaicos podem ser:

    a-) isolados, quando a única forma de energia é proveniente do sistema fotovoltaico, em geral, necessitam de algum tipo de armazenamento, que pode ser feito em baterias.

    b-) híbridos, quando existe mais uma forma de energia, como geradores eólicos, geradores diesel, são sistemas mais complexos pois, precisam de um sistema de controle capaz de integrar essas diferentes formas de geração de energia.

    c-) conectados á rede, quando a energia gerada pelos painéis solares é entregue à rede elétrica convencional.

    Cerca de 90% das instalações fotovoltaicas no Brasil, constituem sistemas isolados, e o grande desafio é o atendimento da população que não conta com eletricidade com sistemas fotovoltaicos domiciliares.

    Hoje a aplicabilidade da energia solar fotovoltaica é na geração onde a rede de distribuição convencional não está disponível, locais onde o custo para a extensão da rede de distribuição da concessionária é alto, projetos de inclusão e responsabilidade social e projetos ambientais, sistemas de back-up e geração distribuída.

    O custo de uma instalação fotovoltaica no Brasil é de aproximadamente R$ 26.000/KWp.

    O Brasil tem mercado para absorver esse tipo de energia e tem potencial para utilização em escalas maiores, o que precisamos de fato é regulamentação, investimento, linhas de créditos com juros baixos e incentivos fiscais ao consumidor, seja ele publico ou privado.

    A Solar Brasil é pioneira neste ramo, está no mercado solar fotovoltaico há mais de 20 anos, somos distribuidores máster Kyocera (a maior cia elétrica solar do mundo – tecnologia japonesa - 20 anos de garantia), nosso foco é responsabilidade social e com o meio ambiente, assim, publicamos a primeira “cartilha de energia solar fotovoltaica” que tem como objetivo explicar noções básicas de uso e aplicações dessa tecnologia, foi elaborada em linguagem simples, visando facilitar o entendimento aos leigos em eletricidade, atualmente já distribuímos mais de 200.000 exemplares gratuitamente, montamos site www.solarbrasil.com.br conta com mais de 800.000 visitas, ministramos semestralmente cursos de energia solar fotovoltaica para auxiliar o trabalho de nossos clientes e revendedores, buscamos disseminar a energia solar fotovoltaica com responsabilidade e dentro de suas limitações, já fornecemos equipamentos fotovoltaicos para mais de 20.000 projetos espalhados pelo Brasil.

    A Solar Brasil conta com uma linha completa de painéis geradores fotovoltaicos ( 5 a 130 watts) e periféricos destinados a esta finalidade (controladores de carga, inversores de tensão, lâmpadas, luminárias, bombas de água,eletrificadores para cercas elétricas, etc.


    Para maiores informações sobre esta tecnologia, acesse o site: www.solarbrasil.com.br

    quarta-feira, 30 de junho de 2010

    O que é a gordura trans?

    A gordura vegetal hidrogenada, presente em alimentos industrializados, aumenta o risco de doenças vasculares


    Biscoito, salgadinhos, sorvete e margarina são uma bomba de gordura trans. Fotos: Alfredo Franco, Pedro Rubens e Luna Garcia/DEDOC

    Desde 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) obriga todos os fabricantes a indicar no rótulo a quantidade de gordura trans presente nos alimentos. Por outro lado, o Ministério da Saúde também tenta acabar com a utilização dessa gordura, seguindo o exemplo de países como Suíça e a Dinamarca, onde ela é proibida. A perseguição tem um bom motivo. Estudos científicos comprovaram que essa gordura é extremamente prejudicial à saúde: além de aumentar os níveis de colesterol ruim, o LDL, também diminui a taxa de colesterol bom, o HDL. E isso significa elevar o risco de arteriosclerose, infarto e acidente vascular cerebral.

    A gordura trans é o nome dado à gordura vegetal que passa por um processo de hidrogenação natural ou industrial. "Algumas carnes e o leite já têm essa gordura, mas em pequena quantidade. O que preocupa mesmo são as gorduras usada pela indústria", explica Samantha Caesar de Andrade, nutricionista do Centro de Saúde Escola Geraldo Horácio de Paula Souza, da Faculdade de Saúde Pública da USP. A gordura vegetal hidrogenada faz parte do grupo das gorduras trans e é a mais encontrada em alimentos. Ela começou a ser usada em larga escala a partir dos anos 1950, como alternativa à gordura de origem animal, conhecida como gordura saturada. Acreditava-se que, por ser de origem vegetal, a gordura trans ofereceria menos riscos à saúde. Mas estudos posteriores descobriram que ela é ainda pior que a gordura saturada, que também aumenta o colesterol total, mas pelo menos não diminui os níveis de HDL no organismo. Em geral, as gorduras vegetais, como o azeite e os óleos, são bons para a saúde. Porém, quando passam pelo processo de hidrogenação ou são esquentadas, as moléculas são quebradas e a cadeia se rearranja. Essa nova gordura é que vai fazer todo o estrago nas artérias. Esse processo de hidrogenação serve para deixar a gordura mais sólida. E é ela que vai fazer com que os alimentos fiquem saborosos, crocantes e tenham maior durabilidade. O grande desafio atual da indústria é encontrar uma alternativa mais saudável à gordura trans, sem que os alimentos percam suas propriedades.

    A gordura trans não é sintetizada pelo organismo e, por isso, não deveria ser consumida nunca. Mas, como isso é quase impossível, o Ministério da Saúde determinou que é aceitável consumir até 2g da gordura por dia, o que equivale a quatro biscoitos recheados. Mesmo tendo isso em mente, um dos grandes problemas para o consumidor é conseguir perceber com clareza quanta gordura trans existe em cada alimento. "A Anvisa determinou que, quando uma porção do alimento possuir até 0,2% da gordura, o rótulo pode dizer que o produto não tem gordura trans, o que não é verdade", explica Samantha Andrade. Ou seja, se a embalagem traz os valores referentes à porção de dois biscoitos e esses contiverem 0,2g de gordura trans, o fabricante pode afirmar que o produto é livre dela. Mas, na verdade, se uma pessoa comer 20 biscoitos terá consumido os 2g da gordura. "Por isso, o melhor jeito do consumidor ter certeza do que está comprando é verificar a lista de ingredientes para checar se não existe gordura vegetal hidrogenada na composição do produto", ensina a nutricionista. Vale lembrar que os alimentos que mais contêm gordura trans são bolachas, pipocas de microondas, chocolates, sorvetes, salgadinhos e todos os alimentos que tem margarina na composição.

    fonte:http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/gordura-trans-471120.shtml

    segunda-feira, 28 de junho de 2010

    Ração Humana Vitalin

    A Ração Humana VITALIN é um composto com diferentes tipos de ingredientes ricos em fibra. Controla colesterol e diabetes, aumenta a resistência orgânica, regula o intestino e ajuda na desintoxicação do organismo. A utilização da Ração Humana VITALIN auxilia no emagrecimento pois tem a função de estabilização do sistema digestivo e diminui a absorção da gordura. É importante destacar que a Ração Humana emagrece, desde que sejam feitos exercícios físicos regularmente.
    Ração Humana
    A Ração Humana Vitalin não contém glúten, e você encontra ela aqui na Casa Viva

    Cereais e fibras Mãe Terra disponíveis em nossa loja


    LIXO ELETRÔNICO A rota do lixo

    Iniciativas de reciclagem e uma nova lei podem reduzir o impacto

    nocivo do descarte de eletrônicos


    Um celular novo, um televisor cheio de recursos, um notebook mais leve - depois de certo tempo, todos têm necessidade ou vontade de comprar novos produtos para substituir os que ficaram obsoletos. Surge, então, um problema: o que fazer com os eletrônicos antigos? É possível doá-los ou vendê-los. Mas na maioria das vezes o destino é o lixo. Com isso, a montanha de resíduos eletrônicos cresce em alta velocidade. De acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), o volume anual de eletrônicos descartados no planeta aumenta 40 000 toneladas todos os anos.

    No Brasil, a luz amarela já se acendeu há algum tempo. O relatório da ONU critica a falta de estratégias do país para lidar com o problema. Depois de 19 longos anos de discussão, a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovada em março na Câmara dos Deputados. Pela primeira vez, uma lei distribui a responsabilidade sobre os resíduos entre fabricantes, governo e sociedade.

    As empresas serão obrigadas a recolher e dar destino adequado a seus produtos, enquanto o governo e os consumidores não podem fazer descaso do assunto. A lei proíbe a eliminação de resíduos onde possa haver contaminação da água ou do solo. Ainda precisa passar pelo Senado e ser sancionada pela Presidência da República. Mas o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, acredita em sua aprovação.

    CHUMBO NA ÁGUA
    O principal problema do lixo eletrônico no país é que ainda não há a prática de dar a ele um destino específico. Poucos fabricantes têm um esquema para recolher produtos descartados. "O material vai parar em aterros sanitários junto com o lixo comum", diz Tereza Carvalho, diretora do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP). Como os aparelhos contêm metais pesados, como chumbo, níquel e cádmio, as consequências são terríveis para o ambiente.

    Um exemplo está nos monitores e televisores de tubo. Com a popularização das telas de cristal líquido, eles são descartados aos milhares. Cada um contém, em média, 1,4 quilo de chumbo. Uma camada do metal fica logo atrás da tela, para proteger o ser humano dos raios catódicos emitidos pelo tubo de imagem. Se ingerido, o chumbo causa danos ao sistema nervoso e reprodutivo. Uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente limita a quantidade de metais perigosos nos novos monitores, mas não pune o lançamento do lixo tóxico no solo. Em março, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo multou a prefeitura de Bauru por irregularidades em seu aterro sanitário. A falha pode estar ligada à suspeita de contaminação por chumbo do Aquífero Bauru, que abastece mais de 200 cidades em São Paulo e Minas Gerais. Um relatório da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural da cidade apontou um nível de chumbo acima do permitido para os 14 poços monitorados.

    RECICLAR É PRECISO
    Algumas ONGs, fabricantes e operadoras de telefonia tomaram iniciativas para dar um fim apropriado ao lixo eletrônico. Um dos exemplos é o Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática (Cedir) da USP, inaugurado em dezembro.
    Cedir, da USP: o centro pode evitar o despejo de 1 000 PCs por mês em lixões

    sexta-feira, 25 de junho de 2010

    Palestra sobre acupuntura


    “COMO A ACUPUNTURA PODE AJUDAR A EQUILIBRAR O ESTADO EMOCIONAL:

    ANSIEDADE, EUFORIA, DEPRESSÃO, PÂNICO, MELANCOLIA, NERVOSISMO, ETC”

    Com o Acupuntor David Roberto.

    Ele é de São Paulo e Doutor em Acupuntura nível “A” Internacional pela WFAS, Federação Mundial de Acupuntura, cuja sede é em Beijing, China.


    26/06/2010 - 16h

    entrada franca

    Aqui na

    Casa Viva